Friday (04/01), Brick Lane, Street art, Vintage stores and Coffee w/ Mariana

Eu sei que tô um pouco (muito) atrasada pra falar da Sexta-feira passada, mas foi um dia que eu não deixaria passar em branco por aqui. Sem falar que, o que vale é a intenção de deixar tudo que eu gosto registrado né. Antes tarde do que nunca!

Bom, como a Mariana tá hospedada perto da minha casa, sexta-feira passada resolvemos nos encontrar de novo na estação mais próxima da gente e de lá irmos dar uma volta pelos “arredores”. Admito que foi a minha primeira vez fazendo isso por aqui por perto. Já tinham me falado bastante o quão sortuda eu sou pela localização da minha casa, mas como preciso passar meu dia todo em Covent Garden (centrão), nunca tinha arranjado mais tempo pra passar por aqui por perto. Essa foi a primeira e com certeza não foi a última que fiz isso. Amei tudo que vi e todos os lugares que frequentei, sem exceções.
Depois de uma caminhada partida da estação, chegamos a região de Brick Lane.

Pra quem não sabe, vou tentar resumir um pouco, já que muita gente associa Brick Lane ao curry, de restaurantes indianos, paquistaneses e bengaleses distribuídos pelas redondezas (um dos motivos também de algumas placas serem em inglês e em bengali). Mas não, o curry e as comidas exóticas ainda não são os maiores atrativos de lá. Em Brick Lane também estão alguns grafites de Banksy, algumas galerias de arte, muitas exposições, pubs, casas noturnas (odeio esse nome, só não escrevi boate porque acho tão feio quanto), bowling, mercados de antiguidades e muitos cafés.
Mas na verdade, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o grafite espalhado pelas ruas.

Lá a tal arte ao ar livre conseguiu reunir em um só lugar nada mais nada menos que Banksy, DFace, Ben Eine e outros artistas que em cada esquina nos deixavam boquiabertas. Amei, e se já gostava de Banksy antes, o grupo (ou ele) conseguiu me fazer gostar ainda mais com a tamanha perfeição da arte vista de perto.
Agora falando por um lado mais consumista, Brick Lane não deixou a desejar e de me impressionar. Acho que lá foi o lugar mais “vintage” que já estive. Todas as lojas de roupas são de roupas vintage, todos os cafés são estilo vintage, todos os pubs são vintage, todas as lojas de cds são vintage. A maioria das lojas não são daquelas fakes, com roupas novas imitando o vintage, a maiora são lojas que vendem roupas velhas mesmo (em bom estado, óbvio), sapatos meio antigos, óculos antigos, bolsas e tudo mais. Tudo lindo. Novos, mas antigos de verdade. Mariana é uma grande fã do estilo e se contarmos, acho que entramos em umas 15 lojas diferentes. Cada uma de uma forma interessante diferente. Uma das lojas que mais amei não era de coisas tããão antigas assim, a loja era de artigos de decoração + livros + velas + roupas + tudo que se possa imaginar, como dá pra ver na foto! tudo lindo mais uma vez.

O nome da loja é JOY! e fica na Bacon street. Muito conhecida e também muito indicada pra quem gosta dessas coisas (tipo eu).

Esse “T” foi minha grande paixão, já que amo esses florais mais delicados. Voltarei lá para comprá-lo no dia que descobrir o enigma de como vai caber na minha mala.
A Joy! foi a nossa primeira visita, então depois dela foi a vez das mil lojas de roupas!

E aí em cima vai um registro de algumas delas. Eu devo ter entrado em uns 10 fitting rooms diferentes e experimentado umas 15 roupas, mas no final das contas só saí com um short comprado. 🙁

A Mariana acho que se pudesse, teria comprado todas as lojas. Todas as roupas e coisinhas lindas eram a cara dela haha.

Mas depois de muitas lojas e muita caminhada, paramos pra escolher um lugar pra um café. Não foi uma escolha fácil, já que todos os lugares pareciam perfeitos pra isso, mas não me arrependo da decisão. O escolhido pro café foi o “Full stop”, e só eu sei o quanto eu fiquei apaixonada por esse canto. O lugar não tem nada de demais, mas é perfeito. Com o tempo esfriando, minha vontade de ficar lá era pra sempre. O atendimento foi lindo, o lugar mais fofo e agradável com um estilo claro, também vintage e muito, muito tranquilo. A comida? Perfeita. Pedi um croissant sem esperar muito, mas recebi um dos melhores já comi. O mesmo serve pro chocolate quente (gordinha mode on)

Meu chocolate quente veio com coraçãozinho irresistível a uma foto. Quando vi acabou saindo “OWWWNN, SO CUTE” de mim, que o cara que serviu a gente não conseguiu ficar sério.
Passamos algum tempo lá olhando as fotos rendidas do dia, conversando e comendo e logo depois foi hora de voltar pra rua e dar uma última olhada nas lojas.
Mais caminhadas, mais fotos e mais risadas, acabamos chegando no famoso Spitalfield Market. Que dizem (não sei), que é o “mercado” (para nós brasileiros, entendemos mais como “feira”) mais antigo de Londres.

É lindo e tem realmente muuuuita coisa interessante pra ver nas lojinhas. Ele não fica mais naquela parte tão vintage da região.

Na verdade, pelo contrário, aos arredores entramos ainda numa M.A.C., numa Fred Perry e até na loja da “grife” da Mischa Barton. O mercado as lojas nos renderam algumas comprinhas mas logo chegada nossa hora de andar à caminho de nossas casas. No caminho encontramos uma Lomography Store e ficamos por lá mais uns 10 minutos. Como já falei aqui, não sou grande fã e minha Diana Mini ainda tá em fase de testes, mas adorei a loja. É interessante ver como o simples objeto (câmera) pode ficar tão lindo. Vi câmeras douradas e do tamanho de um iPod shuffle. Lindas e pequenas, outras lindas e grandes. As vezes tenho vontade de comprar só porque são lindas haha.

E depois dela, hora de entrar na estação e voltar pra casa. O dia foi puxado mas valeu cada suspiro de cansaço. Rendeu muitas fotos, risadas, compras e conversa. E o prêmio de melhor compra vai para meu vestido lindo e maravilho que finalmente comprei pra ir ao Charity Ball daqui. Um peso a menos, tava precisando urgently. 😀

Essa semana já tô me planejando ir por Brick Lane de novo. Só falta arranjar dia e hora, já que todas as aulas e cursos voltaram essa semana e nem o sábado mais eu tenho livre.
Enfim, finalmente pude compartilhar sobre minha sexta da semana passada aqui. Quem acha que gosta das mesmas coisas que eu, fica aqui o lugar indicado. Com certeza também vão gostar. E olha que tenho muito ciúmes dos lugares que gosto, então me agradeçam por estar compartilhando haha.
Já comentei sobre a Mariana aqui antes, mas vou comentar de novo: ela vai embora amanhã 🙁
mas hoje foi mais um dia adorável com ela. Com direito a um almoço bem gordo, passeio na piccadilly circus e café antes da minha aula! Depois compartilho as fotos aqui também. (rezem pra não demorar uma semana de novo). Isso eu não sei se já falei aqui, mas amo as fotos dela! O estilo, as cores e tudo, acho super original. Tomei a liberdade de pegar algumas fotos do instagram dela (que é @lara_marianita) emprestadas. Pra quem também gosta, aqui embaixo vão as fotos da semana passada que ela postou e eu adorei/peguei!
Enfim, é isso! Continuem falando comigo no kik, tô curtindo!
Fotos: instagram (@thaiste) e câmera pessoal. E algumas da Instax da Mariana 🙂

Sobre Quarta-feira, Camden Town, Quinta-feira e Rain room w/ Mariana

QUARTA-FEIRA 02/01

Esse ano começou todo lindo né? Como já postei aqui antes, minha segunda pra terça foi mais que tranquila, mas terça a tarde foi dia de combinar a Quarta-feira com a Mariana.
Mariana é a minha daquelas histórias de amizade formadas através do Instagram haha. Conheci ela por lá há um booom tempo e sempre amei as fotos dela, e vice-versa. Ela é mexicana e resolveu vir passar o final (e começo) de ano aqui em Londres, então a gente não perdeu a oportunidade de sair juntas pela cidade conversando muito, conhecendo lugares novos lindos e tirando fotos.
O programa da Quarta-feira foi ir a Camden Town (praticamente minha segunda casa) porque estávamos meio indecisas sobre onde ir. Na dúvida, escolhemos Camden por ter um mercado onde poderíamos fazer umas comprinhas, por ter muuuita comida pra matar nossa fome, por ter lugares lindos pra apontar nossas câmeras e por ter ótimos cafés para pararmos e descansarmos um pouco. E como sempre, dito e feito!

Ao chegar lá, aconteceu o que sempre acontece comigo: começou a chover. Não vou dizer que atrapalhou a visita, mas teria sido 50% melhor sem a chuva, já que o mercado é ao ar livre.
Mas mesmo com a chuva, demos a volta pelo mercado enquanto deu tempo e depois fomos atrás de um lugar legalzinho e fechado para almoçarmos. Encontramos o Lock 17, lugar calmo e confortável pra pararmos e comermos nosso burguer de almoço. Deu pra conversar bastante por mais de uma 1 hora e nos prepararmos pra mais uma volta.

Mais algum tempo depois, com o tempo esfriando e o dia virando noite (aqui tá escurecendo depois das 15:30 já), paramos pra um café no Costa mesmo, cafeteria que tem em toda esquina por aqui.
Pegamos uma mesinha coberta na calçada e descansamos um pouco.

O tempo que passamos lá foi o suficiente pra fazer amizade com um cara da mesa ao lado, que gostava de fotografia e tinha em mãos pelo menos 3 câmeras diferentes. Conversamos sobre fotos, câmeras digitais, lomográficas e principalmente sobre a Instax da Mariana, que é perfeita. Um dia com ela e fui convencida que preciso ter essa câmera. É de fato muito divertido isso de tirar uma foto e ter ela em mãos no mesmo minuto. Assim que eu encontrá-la por aqui, comprarei.

Tendo Camden por visto e com o resto do dia (que já era escuro como noite) livre, pensamos em alguns cantos pra ir que tivesse um fácil acesso a volta pra casa. E maaaais uma vezes, fui parar na Oxford street. Ela queria conhecer a Topshop londrina, então pra lá resolvemos ir. A loja ainda tava com algumas sessões half-price e nos renderam algumas comprinhas. 2 blusas pra falar a verdade. Uma camiseta pra mim e uma blusa linda pra ela.

Com a loja ficando cheia demais, hora de mais umas voltas pela Oxford. Encontramos o lugar que já estávamos procurando há algum tempinho, o tal do Ben’s cookies. Um lugar pequeno só pra venda de cookies e de todo tipo que se pode imaginar. Os cookies? perfeitos. Você compra e eles ainda são quentinhos, derretem na boca. Aff, tô escrevendo isso e babando por um agora.
Depois de sentar e comer mais uma vez, fomos a uma Jessops comprar filmes pra eu finalmente testar a minha Diana Mini no outro dia. Depois disso, hora e voltar pra casa e combinarmos o que fazer na quinta-feira! Nos despedimos de mais um dia ótimo e voltamos a nossas respectivas casas.

Chegando em casa, foi hora de colocar o filme na Diana, ver as fotos que renderam durante todo o dia da digital, descansar e dormir logo, pra conseguir acordar cedo e aproveitar mais o dia seguinte. :))

QUINTA-FEIRA 03/01
Queue, Rain room and more pics

O decidido pra Quinta-feira foi visitar o famoso Barbican Centre.
O Barbican centre é um centro de artes aqui em Londres, situado em Barbican state, local que foi destruído por bombardeamentos lá na Segunda guerra mundial. O centro é lindo, completo e um dos maiores da Europa, me apaixonei pelo lugar. O centro pertence, claro, à City of London corporation, nomeada a terceira maior fundação de artes do Reino Unido e é lá onde fica a sala concerto sede da Orquestra sinfônica de Londres! Informações interessantes a parte, fomos visitar o grande centro com o objetivo principal de conhecer o Rain Room. Vou resumir o que isso significa: o Rain room é, como diz o nome, um lugar fechado com chuva. Pera, deixa eu tentar de novo. O quarto chuva fica dentro da sala Curve do Barbican, e é uma experiência “4D” que envolve arte, ciências, tecnologia e até um pouco de psicologia comportamental. Mas acho que vou explicar isso mais lá na frente.

Chegando e conhecendo um pouco do centro de artes, foi hora de ir pra fila de 3 horas de espera pra entrar na sala Curve. 3 horas é muito, mas até que passou rapidinho. Lá tem outra Costa cafeteria, onde compramos nossos lanchinhos pra enfrentar a tal fila. Sentadas esperando, conversamos, comemos, tiramos fotos e rimos das crianças que estavam por lá até chegar nossa vez. Finalmente entramos em grupo na Curve e já conseguíamos ver as pessoas debaixo da chuva fazendo movimentos estranhos, mas mesmo assim sem se molhar.

Vou tentar explicar mais uma vez: os criadores da obra, Florian Ortkrass, Stuart Wood e Hannes Koch queriam dar às pessoas a experiência de consguir controlar o tempo, digo, a chuva. Quem nunca saiu sem guarda-chuva e desejou que pudesse andar na rua sem se molhar ou pudesse controlar um pouquinho o tempo? Bem, acontece comigo all the time. O Rain room é isso, uma sala equipada de muita chuva e várias câmeras 3D sensoriais fixadas (e escondidas) no teto, assim cada pessoa e movimento que entra no espaço de 100m² é reconhecido. Ou seja, eu andei, abri os braços, tirei fotos, tudo debaixo de chuva e não me molhei.

A experiência é muito interessante e não me arrependo de ter esperado 3 horas por ela. Acho que quem vier pra Londres e tiver tempo livre, vale a pena conhecer, ela vai ficar exposta até 3 de março.
Enfim, depois de passar o dia todo na exposição no Barbican, entramos na lojinha oficial e que eu fiquei apaixonada, diga-se de passagem.

A parede de cartões e a prateleira gigante só de livros voltados ao design me ganharam no primeiro minuto. Não tivemos tempo suficiente nela porque a Mariana tinha compromisso as 18:30 e eu tinha que voltar pra casa, mas pretendo voltar lá logo logo e passar mais algumas horas me encantando com tudo que o lugar oferece.
Enfim, é isso! Essas foram minha quarta e quinta-feira! Adorei passar os dias com a Mariana e adoro o fato de que a gente gosta de fazer as mesmas coisas. Esse final de semana nós tínhamos compromissos e não pudemos sair juntar de novo, mas na Sexta-feira também saímos e foi mais um ótimo dia que também tenho um monte pra falar sobre. Amanhã posto sobre a sexta-feira depois que voltar da aula (amanhã volta tudo de novo, adeus férias). 😀

Boa semana pra todo mundo! :*
continuem mandando dicas pelo kik, tô amando! Meu kik é “thaiste” mesmo. Quando me faltar idéias do que postar, vou usar a que vocês tão me dando!

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