#TBT Concrete Jungle | NYC, may 2016

Em maio desse ano tive uma das oportunidades mais especiais que a vida já me deu.

Conhecer Nova York sempre foi um sonho, mas mal imaginava eu que pisaria os pés lá pela primeira vez através de uma oportunidade oferecida pela minha universidade. Resumindo como rolou isso: todo ano rola uma competição para estudantes de propaganda chamada The One Show. Eles lançam dois briefs e estudantes de publicidade do mundo todo podem escolher 1 deles pra criar, “go crazy” e produzir a campanha para o brief escolhido. As melhores idéias são filtradas e vão pra competição oficial sediada todo ano em NY. E foi assim que aconteceu, eu e minha dupla escolhemos ir com o brief sobre igualdade de gênero ao invés do outro, que era pra Lego. Muito brainstorm depois e a deadline chegando decidimos falar sobre o direito dos transgêneros, pois 90% dos outros estudantes com o mesmo brief já estavam fazendo sobre feminismo. Nossa campanha contra transfobia acabou se destacando entre tantas sobre emponderamento feminino e a a gente acabou indo pra NY com outros alunos participantes da competição pela universidade.

Lá tivemos a chance de conhecer as maiores agências e os melhores profissionais de propaganda do mundo. E a cidade… meu deus, que cidade MARAVILHOSA. Eu não vou conseguir botar em palavras, mas NY superou todas as minhas expectativas e eu voltei além de completamente apaixonada, com a certeza que em algum ponto da minha vida eu vou morar lá. Não sei se vai ser com 30, 40 ou 60 anos, mas vou. O conjunto de todas as experiências lá (a competição, os passeios, as festas, os amigos, as agências ) fizeram ser uma viagem ainda mais especial e provavelmente a melhor que já fiz.

Sempre me pego revendo as fotos que tirei lá, inclusive foi muito difícil escolher as mais especiais pra botar nesse post, mas fica aqui só um gostinho do que é aquele lugar. <3

Deu pra tirar uma casquinha do que é NYC? <3

Toda quinta vai ter #TBT de alguma viagem especial já que sempre tiro um milhão de fotos e sempre só acabo postando 2 ou 3.

Muita gente me pedindo pra fazer um post sobre os produtos de pele que uso pra ter uma pele saudável, então achei justo esse ser o próximo post, já que é moleza de preparar.

Bisous!

Como encontrar/escolher acomodação em Londres


Finalmente mais um post respondendo uma das perguntas que aparecem frequentemente na minha inbox, espero ajudar a quem sempre me pedia esse post. <3
Muita gente tem me perguntado sobre como encontrei o apartamento em que moro atualmente aqui em Londres, mas a grande maioria dos e-mails que recebo sobre esse assunto são perguntando como encontrar – no geral – um lugar para morar aqui. Essa pergunta, especialmente, vem sempre agregada com outras dúvidas. Há dúvidas sobre morar sozinha, sobre host-families, localizações, experiências, uso de transporte público, zonas e essas coisas… Como são várias as opções, vou tentar simplificar ao máximo e fazer esse post similar ao anterior: primeiro vou explicar meu caso, depois vou mencionar outras experiências que tive e por último, citar e explicar brevemente as outras opções que conheço.

6 dos e-mails que recebi eram de pessoas que JÁ estavam vindo para a Inglaterra mas ainda não haviam decidido um lugar para morar. Bom, a idéia de estar indo estudar em outro país e ainda ter dúvidas sobre onde/como morar, dá, de fato, um pequeno desespero. Esse friozinho na barriga vem tanto pelo fato de você saber que você vai estar sozinho para viver e resolver tudo do outro lado do mundo, quanto pelo fato de você ainda não saber qual das opções vai ser a melhor para você… E sejamos sinceros, ninguém quer tomar esse tipo de decisão pra se arrepender depois. O que mais me ajudou a tomar as decisões que tomei sobre isso, foi me conhecer tão bem a ponto de saber exatamente quais das opções me fariam mais feliz e facilitariam minha vida.

O meu caso

Há dois anos atrás, quando resolvi vir a Londres pela primeira vez, eu vim com a ajuda de uma agência, como mencionei no post anterior. Na época eu não tinha planos de passar mais de 3 meses aqui, então escolhemos as opções em que eu pudesse aproveitar ao máximo a minha experiência no exterior, tanto em relação a cultura, quanto ao idioma. Já que seriam só 3 meses, optei por ficar numa host-family, assim teria contato direto com a cultura britânica e colocaria o inglês em prática não só nas aulas, mas também em casa. Essa foi uma das decisões mais felizes que já tomei. Por conta da família maravilhosa que dei sorte ao ficar, eu quase não quis mais voltar para o Brasil. A família me amou e eu os amei, costumo brincar que os adotei como minha host-family mas no final foram eles que me adotaram, me fazendo transformar os 3 meses em 9. Enfim, long story short: eu criei um vínculo tão especial com a host-family, que quando voltei ao Brasil morri de saudade deles e decidi que, com os planos de voltar para Londres para uma graduação, eu gostaria de ficar com eles novamente, nem que fosse só por um mês. Um ano depois, já com tudo resolvido e confirmado com a universidade para a gradução, era hora de escolher onde/como morar, e essa experiência de ter vivido por 9 meses com uma host-family me ajudou bastante com a decisão final. Com eles aqui, eu sabia que teria um suporte. Um suporte caso qualquer coisa acontecesse, caso houvesse uma emergência ou se eu precisasse da ajuda de um braço familiar com algo. Eu os considero minha família daqui e eles me consideram como uma filha adotiva, então eu sabia que podia contar com eles para qualquer coisa. Isso, especialmente, fez eu me sentir muito mais segura. Criei então mais coragem ainda para morar sozinha e finalmente ter um lugarzinho pra chamar de meu. Quem não quer né? Eu queria um cantinho em que eu pudesse chamar meus amigos quando eu bem quisesse, que eu pudesse ouvir música alta, andar só de pijamas pela casa, tomar banho depois da meia-noite, hospedar familiares… Essas coisinhas que eu não fazia ou não me sentia 100% confortável em fazer numa casa que não era minha, apesar deles sempre terem me dado muita liberdade.

Eu amo ficar sozinha em casa de vez em quando (lê-se quase sempre) e isso foi o tipo de coisa que senti muita falta durante os 9 meses em que vivi com eles. Levei um tempinho pra tomar a decisão final, mas eu sempre me conheci muito bem e sempre soube da importância desses detalhes pra mim, então a escolha foi óbvia: passar o primeiro mês com eles de novo pra matar a saudade mas depois me mudar para morar sozinha. Nada de dividir apartamento com amigos nem nada disso. Morar sozinha.

Decisão tomada, foi hora de começar a procurar ONDE, e como qualquer pessoa que vai fazer algo pela primeira vez e se sente um pouco insegura, a minha primeira atitude também foi pesquisar no Google. Felizmente, logo na primeira pesquisa vi um nome familiar: Zoopla.

Resumindo… Zoopla é um site só pra isso: encontrar casas/apartamentos/flats para alugar ou comprar, isso é: facilitar a vida de todo mundo. Esse foi o primeiro site que olhei, pois lembrei que enquanto morei em Londres pela primeira vez, cruzei com esse nome várias vezes, tanto em propagandas quanto por indicações de amigos. O Zoopla é de confiança e pra quem sempre pergunta: foi através dele que encontrei meu apartamento. O site tem filtros que te ajudam a encontrar propriedades exatamente do jeito/no preço/na localização que você quiser. O meu apartamento eu encontrei através da procura por localização dentro do site. Escolhi esse por ser literalmente ao lado da minha universidade e ser entre a Zona 1 e a 2, as zonas mais centrais de Londres, que significa: de fácil acesso sempre. Para quem vai atrás de onde morar, acho que essa é a principal dica: procurar sempre por localização, acesso e a segurança do local.

O Zoopla é meu favorito, no entanto existem outros sites como ele. Outro que também usei e que sempre vejo propagandas aqui em Londres é o Right Move. É muito parecido com o Zoopla e que também vale a pena dar uma conferida.

Após encontrar o lugar perfeito pra você, basta enviar uma mensagem (no próprio site) mostrando interesse e a agência da acomodação que você escolheu vai entrar em contato com você (geralmente via e-mail), assim você vai poder esclarecer mais algumas dúvidas sobre o local e eles vão te passar mais informações e essas coisas. Depois que você decidir sobre o local, eles vão te enviar uma lista de documentos que você precisa enviá-los para começar o processo de aluguel. Após documentos enviados, o financeiro resolvido e o contrato assinado, vai ficar faltando só receber as chaves do seu cantinho na data decidida.

Comigo foi simples assim. Depois de 1 mês de novo com a host-family, foi hora de preparar a mudança pro meu novo cantinho. Ah, a imobiliária que é responsável pela maioria dos apartamentos no meu prédio é a Gordon&Co, pra quem perguntou. Pode ser inclusive mais prático ainda entrar em contato direto com eles pra quem estiver interessado em apartamentos no mesmo prédio.

Citei minha experiência com a host-family, expliquei meu caso, onde encontrei meu apartamento e agora vou falar um pouco sobre acomodação universitária. A experiência de viver numa acomodação universitária é uma que não tive, mas conheço muita gente que tá tendo, então vou falar só o que eu sei so far.

Acomodação universitária

A maioria dos meus amigos que vivem em acomodação assim amam essa experiência, sempre falam que foi muito boa para fazer amizades e para participar das festas que rolam por lá. A maioria das acomodações funcionam assim: 1 prédio só com estudantes (as vezes só de uma universidade ou não) e em cada andar existe a divisão de flats. Na maioria das vezes o local tem uma cozinha compartilhada e 5 ou mais quartos (suítes ou não). Quando nem todos os quartos são suíte, haverá também um banheiro compartilhado. Simplificando: é como se fosse 5 ou mais estudantes dividindo um apartamento com quartos separados, ou seja, têm que compartilhar uma cozinha e as vezes, o banheiro. No final das contas fica todo mundo amigo e é tudo uma maravilha. Nessas acomodações sempre rolam festinhas e essas coisas, então pra quem gosta disso, é uma ótima opção, provavelmente a melhor. Esse tipo de acomodação costuma, claro, ser bem mais barata que alugar um flat independente, então as vezes é uma opção que vale muito a pena para quem não se incomoda com a rotina, condição e regras de uma acomodação universitária. As regras das acomodações são geralmente muito restritas com algumas besteiras, as mais comuns são: nada de brincar com fogo (dê adeus a velas, luzinhas de natal etc), nada de danificar a acomodação (nada de pendurar pôsters, quadros, riscar as paredes ou danificar o carpete), não receber visitas a partir de certo horário (maioria das acomodações tem uma pessoa na portaria para controlar isso), hospedar alguém só se for por não mais de 1 ou 2 semanas (inclusive familiares), manter o local sempre limpo (essa é fácil, mas nunca se sabe quando vai rolar inspeção né). Enfim, já vi muita acomodação ser bem restrita com algumas regras mas também já vi algumas não dar importância nenhuma a elas, então cabe a sorte.

Como mencionei no post anterior, a maioria dos estudantes vivem em acomodações universitárias só no primeiro ano e depois se mudam para um apartamento independente, geralmente dividindo com um ou mais amigos que se tornaram mais próximos durante o primeiro ano. Acho essa idéia maravilhosa.

Pra quem me perguntou pq eu não fiz isso: pq eu acho que (infelizmente) eu simplesmente não conseguiria viver nas condições dessas acomodações. Como já falei, as vezes preciso (e amo) ficar sozinha… Amo silêncio e amo não precisar socializar 24h por dia. Então: sem som alto quando preciso estudar/ficar fazendo minhas coisas ou festas na minha cozinha quando eu não tô afim. Muito menos dividir essa cozinha ou banheiro com um milhão de pessoas né (está permitido me chamar de fresca por isso). Mas enfim, essa sou eu e apesar dessa ser eu, eu super indico essa experiência a outras pessoas que não se incomodariam com essas condições. É com certeza uma experiência maravilhosa e que vai valer muito a pena.

Nesse post ficou a maioria das dúvidas que recebi por e-mail, se alguém ainda tiver alguma dúvida em relação a esse assunto, é só deixar nos comentários ou continuar enviando pro thaisct@hotmail.com

Ps. Finalmente tô organizando um post que sempre me pediram muito: um tour em fotos pelo meu apartamento. Assim que eu pegar ele arrumadinho pós-faxina aproveitarei pra tirar umas fotos e poder mostrar pra vocês aqui. Amo meu cantinho e sempre fico muito feliz quando recebo elogios sobre ele, então o prazer em deixar as fotos aqui depois será todo meu. <3

Continuem enviando e-mails, eu adoro! 🙂

Bisous

1 ano depois, 1 mês aqui

capa

1 ano depois voltei a cidade que pertenço de coração e dessa vez, finalmente voltei pra ficar. Meus planos e sonhos para os próximos 3 anos estão aqui, então aqui morarei e aqui os realizarei. Com isso, vou também voltar a escrever e deixar os melhores momentos registrados nessa página. Como já mencionei antes, meu interesse ao criar o thaiste.com foi o de poder deixar registrado – como uma espécie de registro pessoal – o que acontece por aqui enquanto estou morando fora (lugares descobertos, cantos que eu gosto, dicas, viagens, experiências, coisas que eu curto, shopping, comida haha), então sempre o atualizarei com o que eu achar interessante compartilhar e deixar registrado. Esse primeiro post de volta será um post “fotográfico” (que penso que de agora em diante vai acabar rolando bastante por aqui), mas esse será uma exceção, já que não vou falar muito ou detalhar tanto sobre tudo que tem acontecido nesse primeiro mês. Dessa vez vou deixar as fotos falarem por si só, com as localizações e alguns comentários nas legendas, afinal Setembro foi uma loucura e não caberia detalhar tudo de uma só vez agora. Próximos posts tendem a melhorar e serem mais específicos, já que muita coisa interessante está por vir. É bom estar de volta.  🙂

O tanto que eu senti falta desse meu cantinho, não cabe numa legenda.

Nesse primeiro mês já rolou bastante Camden Town. Repito: um dos meus lugares favoritos no mundo.

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Rolou também visita da cunhada, que rendeu boas risadas, passeios, ajuda e principalmente gordices! <3

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Southbank walk

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Um dos melhores passeios feitos esse mês foi o de Southbank seguido de Brick Lane, que resultou em muitas fotos e descobertas de cantinhos legais pra voltar depois e deixar registrado.

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Meu favorito de Brick Lane: street art. Amo, por isso enlouqueço nas fotos.

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Fui oficialmente a Notting Hill. Primeira vez que fui parar lá foi por acidente e não tive tempo de olhar nada direito. Dessa vez deu tempo ver tudo e caminhar toda a Portobello road Market, que como todos os outros mercados londrinos, me deixou apaixonada. Preciso voltar lá asap.

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Logo na segunda semana do mês já rolou um final de semana em Paris pra retribuir a visita da cunhada e ver o tão esperado show da Beyoncé com o Jay-Z.

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Meia noite, 4 amigas, Paris e muitas paradas pra foto. Paris is always a good idea!

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On the Run Tour, Stade de France

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Beyoncé and Jay-Z dando um dos melhores shows que já presenciei nessa vida.

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Rolou ida ao Primrose Hill num fim de tarde, depois de um Breakfast Club.

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Se não rolasse Oxford Street, eu não estaria em Londres.

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Pra fechar com chave de ouro: rolou MUITA, MUITA gordice! <3

Fotos: Sony alpha380, iPhone e  instagram//

Platform 9¾

foto (3) Mexendo no rolo da câmera do celular encontrei algumas fotos que tirei na Plataforma 9¾ e que eu já tinha postado no Instagram algumas vezes. Desde que postei, alguns amigos que estavam indo a Londres (e gente que já estava por lá) me perguntaram onde era a tal passagem para Hogwarts, então decidi deixar aqui a dica de onde fica a estação pra quem recebeu a carta. Vou deixar também algumas fotos da Harry Potter Shop que tem nela e que deixa qualquer um louco.

King's Cross station

King’s Cross station

Bom, pra quem não sabe (o que eu acho muito difícil), Inglaterra é casa da autora J.K. Rowling, então tudo sobre os livros e filmes de Harry Potter vocês vão encontrar lá, da Plataforma que vou mostrar aqui, ao Harry Potter Studio da Warner Bros. em Leavesden, mais ou menos a 1 hora de Londres indo de trem. Não tive a oportunidade de ir até lá ainda, mas assim que tiver, haverá um post sobre a visita aqui. Enfim, ao que interessa: a passagem para Hogwarts em Londres (pra quem não prestou atenção aos livros/filmes) fica na estação de metrô/trem King’s Cross, a estação mais conhecida (e linda) da capital britânica. Então pra quem quiser ir tirar umas fotinhas com o carrinho e a gaiola da Edwiges é só procurar a plataforma que fica em frete ao Nero café. Lá você provavelmente irá encontrar uma fila pra tirar foto e dois caras trabalhando, um para tirar uma foto “oficial” que você recolhe depois na loja por algumas libras, e um cara pra te emprestar o óculos do Harry e o cachecol da Grifinória (ou das outras casas) pra você se enfeitar pra tirar a foto haha. Aqui ficam algumas fotos: Cópia de 3 2 6 Além da plataforma, abriu recentemente a loja oficial do Harry Potter, logo ao lado de onde você tira a foto com o carrinho, só que um pouquinho escondida, à esquerda. A loja é um paraíso pra quem gosta, tem de tudo: varinhas, roupas, cachecóis, canecas, tickets para Hogwarts, livros, pôsters, enciclopédias, chaveiros, lápis, sacolas, tudo que der pra imaginar, tudo oficial! Até hoje me arrependo por não ter comprado algumas coisas pra mim, só presente pra mana 🙁 Aqui ficam as fotos pra quem não foi ainda babar e colocar na lista dos afazeres de viagem! 1 dsc00927Cópia de 4 dsc00912 dsc00957 dsc00948 platform-landscape dsc00915 33 dsc00943 32 dsc00926 dsc00920 platform-landscape platform-landscape3 dsc00940 28   é isso! 🙂

Pra quem quiser saber mais sobre o Harry Potter Studios que eu mencionei no começo: http://www.wbstudiotour.co.uk/

Fotos: algumas do meu IG, algumas da minha câmera e algumas do Souvenir Finder!

Madame Tussauds 07/06

No começo do mês fui com a minha host-sister no Madame Tussauds, vocês sabem… Aquele lugar gigante com estátuas de cera tamanho real de gente conhecida. Preciso admitir: parecem pessoas de verdade mesmo. É interessante, mas não precisa ir mais de uma vez. Duas só com um intervalo de uns 15 anos. A parte mais “legal” foi a do cinema 4D da Marvel com Avengers. Enfim, aqui ficam todas as fotos, não riam da minha cara.



so funny

so funny


um retardado

um retardado

 

um fofo

um fofo

Good morning, Old sport. <3

Good morning, Old sport. <3

"tio, essa bicicleta não é de cera também não né?" “tio, essa bicicleta não é de cera também não né?”

conheço um johnny depp mais bonito que esse, just sayin

conheço um johnny depp mais bonito que esse, just sayin











dois gênios hihi

dois gênios hihi

o maior dos gênios. <3

o maior dos gênios. <3

#partiu #protestar #saidomeio

#partiu #protestar #saidomeio

detalhe na mãozinha.

detalhe na mãozinha.


hulk só faz cosquinha

hulk só faz cosquinha

Fim.

Black&White + Yellow // Week

Esse post além de ser uma extensão daquele que vocês pediram sobre lojas favoritas é também um resumo do que rolou por aqui essa semana.

Em algum dos primeiros posts aqui no thaiste.com eu comentei que mal esperava pra comprar uma Instax 210. Bom… Com algumas prioridades levou alguns meses, mas finalmente chegou a minha vez e como prometi que compartilharia com vocês.. aqui está. A compra foi feita na Urban Oufitters, que como já comentei com vocês, é uma das minhas lojas favoritas. Ah! e melhor: tá toda em promoção. Tá tudo praticamente pela metade do preço por lá.

Quando fui pra trazer a câmera nova pra casa, não resisti em dar uma olhada na loja toda. Isso resultou na compra dessa “to-go jar” que eu amei, porque já tava precisando de algo assim, já que sempre trago algo pra beber no quarto e morro de medo de derramar pelo carpete. Não terei mais esse problema.

 

O Vans eu comprei em outra das minhas mil lojas favoritas de sapatos: Schuh. Não sei se ela tem em outro canto, mas a que eu sempre vou é na Oxford st. também. É grande, sempre tá com preços ótimos e tem uns sapatos bem diferentes da All star, Fred Perry, Toms, Vans… Esse modelo que comprei foi amor a primeira vista, por parecer um oxford e ser preto com branco. Amei e acho que já é um dos meus favoritos. Lá tem esses modelos bem diferentes que eu nunca vejo online ou em outras lojas, por isso é bom sempre dar uma passada por lá e conferir. Indicada.

Meu novo amor tem formato de mochila, é usada como bolsa e tem cor amarela. Essa mochilinha de couro que eu comprei essa semana na ALDO, (melhor loja de bolsas e sapatos de marca própria) já virou uniforme. Desde que saí da Oxford street com ela ela não sai mais das minhas costas. Tá complicado! apesar do amor ser grande, tô começando a ficar sem roupas que dêem certo com esse amarelão haha. Enfim, eu indico essa loja umas dez vezes se for preciso. Principalmente agora que tá com coleção de verão e as bolsas e sapatos estão numas cores lindas. Essa bolsa que comprei tinha nessa cor e na coral pra quem tiver interesse. Se quiser dar uma olhada nas coisas novas por lá, é só acessar nline! Lá também tem pulseiras (a maioria das minhas pulseiras são de lá), óculos, leggings (sim), chapéus, cintos, lenços…

//WEEK

Agora mudando um pouco de assunto sem ir muito longe…

Minha loja favorita pra CDs, DVDs, Blu-Ray e essas coisas é a HMV, também na Oxford street. É enorme e sempre tem edições e boxes especiais. Nunca resisto dar uma passada por lá. Os preços daqui pra esse tipo de coisa é muito mais barato que no Brasil, então sempre que encontro algo especial, não perco a oportunidade.
Mas a oportunidade dessa vez foi diferente. Essa semana uma das minha Top 10 bandas favoritas, 30 Seconds to Mars anunciou DO-NA-DA que estaria pela HMV assinando o álbum novo quem comprasse e estivesse na loja. Resultado: depois da aula corri pra loja, comprei o álbum novo (Up in the Air, lindo por sinal) e me juntei a um grupo de no máximo 15 pessoas e uma galerinha da imprensa. 20 minutos depois? Tinha um milhão de pessoas. Tive a sorte de ter corrido pra lá assim que vi o tweet deles anunciando isso e só por isso fiquei na fila e esperei, já que tava bem na frente do que tinha se tornado uma fila quilométrica que dava voltas dentro da loja. Uma hora depois mais ou menos, a banda aparece lá e finalmente assinam os álbuns das pessoas na minha frente. Nem um pouco simpáticos. Quando chegou na minha vez eu não podia ficar calada e soltei um “Vou te ver no Rock in Rio” pro Jared Leto. Ele olhou pra mim, deu um sorriso e falou “no way!”, confirmei que era sério e que era brasileira, ele assinou meu cd, estendeu a mão pra me cumprimentar e soltou um “a gente se vê lá então né?!”. Minha vontade era de cair pra trás. Meninas, por favor, concordem comigo que aquele homem é uma coisa de outro mundo. Não posso ser a única. M-e a-c-h-e-i depois que ele falou comigo, porque ele não tinha falado ou muito menos apertado a mão de mais ninguém naquele dia. haha voltei aos meus 10 anos de idade sendo “fã” assim!

Pra melhorar, quando eles estavam saindo da loja formou-se um tumulto sem fim de meninas gritando ao redor deles. Mas adivinhem quais foram as únicas palavras do senhor Leto enquanto eu me movia desconfortavelmente entre mil meninas pra conseguir tirar uma foto dele? “Bye Brazil!” quando olhou, lembrou de mim e estendeu a mão pra dar um “soquinho” na minha. Minha reação foi: nenhuma. Aliás, minha reação foi olhar pra todas as britânicas que me encaravam e se perguntavam “brazil, how come brazil??? ham?” sorrir e sair dali. Podem me chamar de idiota, mas me achei o máximo. HAHAHA. Momentos que Londres me proporciona que eu jaaaamaaais esquecerei. Ps. na foto que eles postaram no instagram oficial da banda dá pra ter noção do quanto a loja ficou lotada depois. E aliás, dá pra me ver na foto heuaeha.

Agora já falando de gente famosa por perto e situações que só Londres me proporciona…
Por que não a gravação de um comercial em frente a minha casa, com produção de cinema e personagem principal sendo Kevin Bacon? Por que não, né Londres?

Semana passada recebemos uma carta sem muitos detalhes, só avisando que um comercial seria gravado na nossa rua e um pedido de que não estacionássemos o carro na rua nesse dia. Pensei: “ok, deve ser de manhã, uma pena… nem vou estar por perto pra ver”. Errada. Tava saindo de casa na quarta-feira a tarde quando encontrei um milhão de equipamentos de gravação na sala da minha casa. “wtf?” perguntei pra minha host-mom e ela explicou que o pessoal da produtora que gravaria o a propaganda na nossa rua pediu permissão pra usar nossa casa pra guardar os equipamentos deles enquanto o resto da produção não chegava. Claro! por que não? afinal quero trabalhar com isso e quanto mais perto/envolvida eu estivesse naquilo, melhor pra mim! Enfim, dois caminhões de equipamentos chegaram, o “set” (calçada da frente da minha casa) já tava todo montado e os atores já escutavam as instruções quando desce de um carro Kevin Bacon. Minha reação foi rir, quando finalmente lembrei dessa linha de comerciais que ele faz um papel muito retardado por sinal, que eu sempre via no cinema. Enfim, depois de muito “action!”, muita gente dançando conga e muita conversa trocada com o pessoal da produção e um pouco com o próprio, foi hora de receber agradecimentos pela ajuda, trocar contatos e dar tchau. Foi um dia muito foda. Ter contato direto com alguns dos melhores profissionais da minha área, produtores, diretores, gente da maior agência de londres, trocar informações, mostrar um pouco do meu conhecimento sobre aquilo e ser elogiada por gente que tem cargos dos meus sonhos e receber até apoio foi lindo. Também nunca esquecerei. Jamais! Já com o Kevin Bacon não tive muita oportunidade nem interesse em conversar de fato, além de deixá-lo usar o banheiro da minha casa. Sim. Mas e daí né. Pra quem perguntou pq eu não tirei foto com ele a resposta é: eu não tive nem um pingo de interesse. Prefiro mil vezes o “soquinho” do Jared Leto do que uma foto com o “Sebastian Shaw”. Pra quem quiser saber qual era a propaganda, era uma pro 4G da operadora “EE” daqui. E segue a mesma linha dessa (que eu assisto antes de todos os filmes que vou ver no cinema): http://www.youtube.com/watch?v=2F0hDjoPHU0

Agora mudando um pouco de assunto/país…

Muita, muita muita gente veio me perguntar se fui ao encontro de brasileiros em apoio aos protestantes no Brasil aqui em Londres. A resposta é: não, não pude ir. 🙁
Tava no curso da hora do encontro, mas fiquei sabendo que foi uma coisa linda de morrer. Todos os ingleses são a favor dos brasileiros protestando e até comentam que não entendiam porquediabos os brasileiros não tinham feito isso antes.
Eu não tô no Brasil nesse momento histórico do nosso país, mas quero comentar aqui algumas coisas:
Você que fica com a bunda sentada em frente ao computador twittando o quanto “é idiota protestar”, que isso tudo não vai dar em nada, que tá entendiada(o) com esse assunto ou que tá só rindo da cara dos manifestantes porque na sua cabeça eles estão lutando sem causa: é de pessoas assim que o país não precisa e foi por gente assim que ele ficou a bosta que ficou. São vocês que falam merda das manifestações que tem todo o meu repúdio, que pode não ser nada, de fato, mas tem o repúdio dos milhares e milhares que estavam e estão no meio da rua pedindo por direitos que alguns deles nem mesmo precisam. E isso sim é uma grande coisa, é uma coisa gigante. Eles que estão lá por um país mais justo. Estão lá por mais que isso tudo não mude nada. Eles pelo menos levantaram a bunda da cadeira e tentaram. Eles têm todo o meu respeito.
Eu nunca quis tanto estar no Brasil quanto eu queria estar nesses últimos dias. Tô muito orgulhosa desses manifestantes e queria ter feito parte disso. E como todos, sou contra qualquer tipo de vandalização, mas queria dizer que na minha humilde opinião, uns carrinhos queimados num protesto que deu mais de 70 mil pessoas, não é nada. Ainda há esperança de um país melhor.
Gente, não tô aí pra ir pra rua, mas vão pra rua por mim! Não parem ♥

Como comentei antes: aqui na frente de casa, se vê de tudo! A imagem de hoje foi dessa kombi fofinha aqui na frente. Achei linda!

Enfim, isso é tudo… Bom final de semana pra quem merece!

Milão – 2 dias – 1 milhão de fotos

Essa semana resolvi (um dia antes) que iria a Milão encontrar uns amigos e conhecer alguma coisinha da Itália pela primeira vez. O resultado: me apaixonei. Comi o melhor Carbonara que já comi na vida. Comi a melhor pizza tradicional italiana que já comi na vida. Comi o melhor Gelato dessa vida. Só dois dias que na verdade resultaram em muitas coisas, mesmo. Ainda bem que tive a oportunidade e soube aproveitar. Aqui ficam algumas fotos 😀

Piazza del Duomo

Piazza del Duomo

Sandra <333

Sandra <333

 

Rapha!

Rapha!

Galleria Vittorio Emanuele II

Galleria Vittorio Emanuele II

<3

<3

depois do almoço, a gordinha fica feliz né

depois do almoço, a gordinha fica feliz né

fragola + nutella, pq tem que saber ser gordinha

fragola + nutella, pq tem que saber ser gordinha

melhor gelato do mundo <3

melhor gelato do mundo <3

HAHAHAHA sei lá haha

HAHAHAHA sei lá haha

3812731 fotos por segundo. "paaraaaa"

3812731 fotos por segundo. “paaraaaa”

hahaha sou muito modelo!

hahaha sou muito modelo!

posei

posei

"ok, vou tentar tirar uma foto mais séria..."

“ok, vou tentar tirar uma foto mais séria…”

ou não

ou não

thais green

thais green

Enfim, é isso. Queria voltar 🙁

Fim de Maio, começo de Junho e o que eles me deram…

Mais um post baseado no que eu recebo no Ask.fm! E nesse caso, um post bem fútilzinho, porque nós meninas não podemos negar-que-não-negamos umas comprinhas de vez em quando, de coisas até que talvez nem precisamos. Enfim, no ask.fm as pessoas amam perguntar sobre futilidade, algumas vezes eu respondo tentando entender, algumas nem leio uma segunda vez e outras prefiro ignorar mesmo. Porém, (recentemente principalmente) algumas pessoas têm vindo perguntar quais eram minhas lojas favoritas, já que eu não respondia onde comprava algumas coisas… E dessa vez vou usar o exemplo de aquisições preferidas desse último mês de maio e começo de junho pra falar de algumas dessas lojas que gosto e marco presença quase toda semana, aproveitando também pra já deixar a resposta de quem perguntou onde comprei os produtos!
Vou começar falando das mais recentes:

Primeiro:
Headphones FRENDS

Hoje mais cedo postei no meu Vine  a emoção de abrir a embalagem dessa belezura que eu mal conseguia esperar pra recebê-la. Ontem a noite foi o dia, mas cheguei tão cansada em casa que nem dei muita bola pro coitadinho… Só cheguei a olhar, testar e usar hoje.
Enfim, pra quem perguntou onde comprei, foi na Avenue32, uma loja online que só vende coisas lindas e de várias marcas. Só nela encontrei esse headphone que eu já queria há algum tempo.
Depois que pede online a entrega chega em até dois dias mas a minha no caso, chegou já no dia seguinte! Mas claro, o tempo vai depender de onde você está pedindo né?

Um registro de como chegou tudo lindo e direitinho. Eu apaixonada como sou por embalagens, me emocionei com essa! hahaha. Enfim, da Avenue32 a compra mais recente foi essa, quem quiser um igual ou outros no mesmo estilo, é só dar uma olhada aqui!

 

Segundo!


Compras mais pro guarda-roupa… Finalmente encontrei o blazer claro que tava precisando. Tava em Milão e não perdi a oportunidade de comprar por lá mesmo. Esse blazer foi da loja PULL&BEAR, que eu amo. Loja que de história não tem nada de italiana, mas era mais barata lá do que aqui na Inglaterra. Aroveitei também que era “Made in Milan”, já que falam tanto do “corte italiano” pra esse tipo de roupa. E acertaram, é bem bonito e classudo como as italianas. Achei outro bonito na loja mas a vendedora falou “Bom, eu prefiro esse que você tá levando por que foi feito aqui, corte italiano.. O outro é só um modelo normal” aí quem é que resiste né?
O óculos, não preciso falar que é Ray Ban e sai bem mais barato lá também né? Dizem que é mais barato também nos EUA, mas aí já não sei tanto. Só sei que desde que a marca foi comprada pela Luxottica, Ray Ban ficou muito mais barato na Itália. Outra oportunidade que também não resisti. Aproveitei que tava muito sol e tinha esquecido o meu óculos aqui em casa, então comprei hahaha. Era um wayfarer que eu já tava de olho há tempos também. Enfim, comprar óculos lá vale muito a pena, em qualquer loja (que é o que não falta lá) haha.
O pincel é da KIKO, marca italiana de maquiagem maravilhosa, equivalente a canadense MAC. Comprei pela necessidade mesmo, não só pelo preço que por sinal era inacreditável também. Como a marca é de lá, a variedade na loja era bem maior e as promoções de sair com peso na consciência por não ter comprado mais ou tudo.

Piazza del Duomo, Milan, Italy

Piazza del Duomo, Milan, Italy

E então um registro dos dois juntos num dos lugares mais bonitos que já estive. Depois postos as fotos desses 3 dias por lá.

Terceiro!

Uma das perguntas mais frequentes que recebo nessa vida é sobre onde compro meus sapatos ou quantos Vans eu tenho. A primeira eu posso até responder num futuro post, mas a segunda não. Primeiro porque não entendo por que diabos as pessoas querem saber quantos Vans eu tenho e segundo por ter vergonha de falar.
Mas enfim, pra quem já notou Vans é sim uma das minhas lojas favoritas, especialmente pelo meu amor por tênis confortáveis e bonitos. Vou lá toda semana pra dar uma “checada” se tem coisa nova. Final do mês passado foi a vez de finalmente comprar o Leopard print que eu tanto queria mas não achava no Authentic, então acabei ficando com o Hi-T mesmo, que na verdade acho que tô gostanto mais do que se tivesse encontrado o outro. Sobre a loja: a melhor que acho por aqui é a oficial de Camden Town ou comprar numa Office mesmo, que as vezes vende edições especiais só pra ela.
A foto ao lado é um livro chamado “Tigers in red weather” que eu tô adorando e não conseguiria descrever melhor que a crítica do The Gardian: “Post-War America, beatiful and damaged people. Secrets, lies, passions and martinis. And the smell of something rotting beneath the fragance of summer… immesely gripping”. Comprei numa das minhas lojas favoritas ever e que já comentei aqui! Waterstones é o paraíso pros amantes de livros como eu. Fica a dica. Fica a dica também do livro que infelizmente não sei o nome em português e nem achei na internet. 🙁

Quarto!


Já falando em livro, não poderia deixar de citar a melhor papelaria do mundo. Mais linda, maior e melhor mesmo. É perfeita. Se chama “Paperchase” e ir lá e sair de mãos abanando é quase impossível. Semana passada comprei lá esse “desk notes” com tema londrino que amei e vou amar mais ainda trabalhar olhando pra ele todos os dias. Comprei também esses postais ilustrados, pra uma coisa que quero fazer depois quando voltar pro Brasil, depois comento aqui. Pessoas, se vierem a Londres por favor passem por essa loja, só se arrependerão se saírem no prejuízo, garanto a vocês.

Quinto!

Mais mulherzinha impossível. Não sei se já falei aqui, mas a marca pra coisas de “beleza” que virou uma das minhas favoritas foi a “Soap&Glory” que simplesmente tudo que vende é ótimo e lindo. Não vou mentir que a marca primeiro me ganhou pelas embalagens, mas juro que depois foi amor por completo. Semana passada foi a vez da touca de banho (?). Me toquei que sempre usava aquelas horríveis de plástico que sempre deixam 3 ou 4 mechas de cabelo saírem dela indesejadamente e molharem. Quando vi essa não dei nada por ela, vi só pela caixa, comprei e trouxe pra casa pra arriscar se era boa ou não. Resultado: não me arrependo da compra. Ela é ótima, tem um elástico forte que não deixa o cabelo fugir e não é toda de seda como parece, claro, por dentro ela é de um plástico mais resistente. Sem falar do visual né.. cara de “vovó” mas muito fofinho hahaha. Adorei. Depois pretendo fazer um post sobre o amor que são as farmácias daqui pra essas coisas (pra tudo, na verdade) e de produtos pra pele, já que muitas pessoas perguntaram também o que eu faço pra minha ser melhorzinha.

Enfim, é isso. Indico demais essas lojas e todos os produtos mostrados. Esses agora tem o selo thais de qualidade ok? provei e aprovei. haha.
Amanhã ou depois acho que posto as fotos de Milão. <3

Beijos e bom final de semana a todos 😀

Portsmouth sábado (18/05)

Sábado passado resolvi com um pessoal que estudo de ir visitar Portsmouth, a única cidade ilha do Reino Unido, que fica a pouco mais de 100km (1 hora e meia de trem) de Londres ao sul e onde funciona a doca seca mais antiga do mundo ainda em uso. Turistando, aproveitamos pra subir na Spinnaker Tower tirar algumas fotos e depois descer pra almoçar e aproveitar o outlet com marcas baratíssimas de frente pro mar. Aqui ficam as fotos 😀

Spinnaker Tower








chão de vidro lá de cima haha

chão de vidro lá de cima haha












coffee time!

coffee time!





That’s all folks!

Beyoncé, Star Wars day, Iron Man 3, Selfridges, Bank holiday e uma Terça-feira


Muita gente perguntando como foi o show da Beyoncé, se eu gostei do novo Iron man e onde foi que eu comprei a nova garrafinha da Coca-cola. Então esse é mais um post baseado nas perguntas que vocês fizeram. Aqui vai um resumão da semana:
Sexta-feira: Primeiro, dia de show da Beyoncé. Acordei, passei o dia em aula, voltei pra casa pra me arrumar e fui pra arena O2, onde o show aconteceu. O show? m-u-i-t-o foda. Essa mulher impressiona mais ao vivo do que em qualquer outro lugar. O repertório foi lindo, os telões de vídeos de chorar de tão perfeitos e uma estrutura pra nunca esquecer. Mas não quero falar muito desse dia agora, vou preparar um post só pra ele. Merece.

Sábado: foi Star Wars day, pra quem não sabe, vou tentar explicar…
Seguinte, dia 4 de maio é considerado um dia especial (quase feriado) pra quem gosta da saga. Baseado no “May fourth movement”, que foi um movimento anti-imperialista, o trocadilho com o “May the Force be with you” (uma das citações mais famosas dos filmes) ganhou mais sentido do que nunca, se transformando assim em “May the fourth be with you” desde então sempre citado nessa data do ano. Mas os fãs atuais de Star Wars nem foram os primeiros a introduzir essa frase. Lá no ano de 1979, quando a Margaret Tatcher virou a primeira ministra britânica, também no dia 4 de maio, o partido dela colocou um anúncio de capa no The London Evening news que dizia “May the Fourth be with you, Maggie. Congratulations.” e que também foi registrada no Hansard do Parlamento do Reino Unido. Então eu, que cresci assistindo Star Wars 10x ao dia, de trás pra frente, com falas decoradas pelo irmão e crescendo acreditando até que era uma jedi, não podia trair o movimento né? Com o May 4th eu lembrei que tinha comprado uma camiseta do SW há séculos em Camden Town e nunca tinha usado. Aproveitei que tava sem muita opção de roupas pra sair, procurei por ela, achei e claro, fui ao cinema com ela. No caminho vi TANTO stormtrooper no metrô, em Leicester Sq, em todo canto! tantas princesas Leias… haha! Os britânicos meio que levaram a sério demais a brincadeira do quatro de maio, mas adorei! Sábado foi também o dia de ir dar uma conferida no novo Iron Man, o terceiro da franquia. Em minha humilde opinião (especialmente pra quem perguntou), esse não foi melhor que os outros dois primeiros, mas com certeza achei o mais engraçado. Stark tinha uma tirada pra tudo e era impossível não rir a cada 10 minutos. Robert Downey Jr mandando muito mais uma vez. Ah, e assisti em 3D, valeu a pena. Tá muito bem feito.

Domingo: todo domingo tem um quê de preguiça e depressão pré-segunda, mas com o bank holiday programado pra Segunda-feira dessa semana, o domingo foi como um sábado. Melhor impossível. Aliás, possível: foi dia de passar a manhã até a tarde na Selfridges babando com as coisas de lá, pq né… E Pra quem perguntou onde eu compro as latinhas de Coca da minha coleção, essa foi lá! Essa é a da edição limitada do Marc Jacobs, uma das 3 que ele lançou. Por enquanto essa foi a primeira lançada, ainda vou ter que esperar mais algumas semaninhas pra conseguir comprar as outras duas! Ah, quem perguntou também se a M.A.C de lá é mais cara, a resposta é não! É o mesmo preço de todas as lojas, o único problema é que a de lá tá sempre cheia.

Segunda-feira: não preciso falar né? tá no post anterior a esse! Dia no Regent’s park com a maior prova de que a primavera finalmente chegou por aqui e que eu tô apaixonada por ela! 🙂

Terça-feira: é o café da foto (que só coloquei pra fechar um quadrado perfeito), pq do jeito que minha semana tá planejando ser, só vai como muito café mesmo viu. Aulas de manhã, de tarde e alguns dias até 9 da noite. Já podem começar a rezar aí por mim, pq eu tenho que sobreviver pra conseguir todos os resultados que eu quero.

Enfim, é isso! Resumão.
Essa semana se eu arranjar tempo posto as fotos da Beyoncé. Boa semana!

Sobre segunda-feira de feriado na Primavera em Regent’s Park


O feriado nos outros países foi quarta mas só chegou hoje por aqui, já que todo feriado que rola no meio da semana os ingleses passam pra segunda-feira da semana seguinte. Bem pensado né?
Então segunda-feira de feriado em plena primavera (que finalmente chegou), foi dia de encontrar azamiga brasileiras no parque e lá passar a tarde toda. O parque escolhido foi o Regent’s park, bem central e lindo de morrer. Seguem as fotos.























Pronto, é isso. Tudo lindo e florido por aqui. Foi um dia ótimo em ótima companhia!
Boa semana a todos! Essa semana posto as fotos do show da Beyoncé também! 😀

Sobre “Qual o app?”, iPhone, Society6 e um sábado calmo…

Quem nunca recebeu um comentário perguntando “Qual o app?” que atire o primeiro iPhone!

Post passado eu disponibilizei um ask.fm (thaisteuk) pra responder algumas dúvidas que o pessoal tinha sobre intercâmbios, viagens, Inglaterra e essas coisas, mas o que eu não esperava era receber TANTA pergunta sobre quais aplicativos eu tinha no meu iPhone ou quais eu usava mais nas minhas fotos do Instagram. Fiquei indignada, mas passou. Hoje, um sábado muito calmo por aqui, resolvi falar sobre os tais dos aplicativos que eu mais uso, mas vou logo avisando: nada muito interessante e estiquei o post aproveitando pra falar também sobre outras coisas relacionadas ao iPhone.

Primeiro:


Onde a pergunta “Qual app?” aparece mais todo mundo sabe que é no Instagram né, mas pra quem sempre me perguntava qual o aplicativo eu uso/usava mais e eu nunca respondi, aqui finalmente vai a resposta: nenhum. Pasmem. Quando eu posto no IG na maioria das vezes as fotos são tiradas diretamente dele, por ser mais rápido. Ou seja, tiro a foto e escolho algum dos filtros originais que ele mesmo proporciona.O filtro que mais uso (92% das vezes) é o Valencia por ser clarinho como eu gosto, mas vou dar 3% ao uso dos filtros Rise e Sierra que aplico também algumas vezes. Os outros 2% vão pras fotos que posto atrasadas (geralmente com a tag latergram) e saem do rolo da câmera, essas eu de vez em quando passo primeiro pelo app MAGIC HOUR. Aplicativo esse que eu amo, apesar de não usar muito. Ele disponibiliza de milhares de filtros e te dá a opção de criar seu próprio filtro, modificar outros, corrigir contraste, claridade, saturação, curvas… Pode também adicionar bordas e algumas outras besteirinhas, é bem variado mesmo. Mas ps: Alguns filtros você tem que pagar pra ter.

Segundo e ainda sobre aplicativos:

Recentemente descobri o Vine, que segue o mesmo estilo do Instagram, masss…

É de postagem de vídeo. O que difere ele de todos os outros aplicativos de postar vídeo que não tiveram muito sucesso é que ele é muito mais simples de usar, mais “clean” como o IG e o tempo máximo de vídeo que pode ser postado é de 7 segundos. Sim, pouco tempo, mas ele dá a opção de fazer “cortes” no vídeo e no final acabar sendo um vídeo um pouco mais divertido e como se fosse um resumo de tudo que tá rolando, como as fotos do IG que na maioria das vezes só resume o que o usário tá fazendo, onde e como. O Vine dá esse mesmo resumo, tão instatâneo quanto os apps que nós já estamos acostumados. E o melhor? Pra postar o vídeo é rapidíssimo! Eu posto usando o 3G do celular sem problema nenhum, o tempo de postagem também é tão rápido quanto o do IG!
Baixem e usem, eu indico! é muito divertido, alguns usuários legais sempre me tiram umas risadas com os posts criativos! 🙂
https://vine.co/v/bPpgiDDpJdW
https://vine.co/v/bPDTBWTWdgn
https://vine.co/v/bXdVlFtDavX
https://vine.co/v/bUK1QQVIAnj

E um resumo dos aplicativos que eu tenho e poderia indicar também pra quem ainda não tem:

1) esse ao lado do Instagram, é o que eu comentei, Magic Hour.
2) o debaixo do IG, o Vine, como mostrei.
3) ao lado da pasta de fotografia (que nem uso) é o KiK, de conversa que não exige o número telefônico, só o nome de usuário. (thaiste)
4) ao lado do app do WordPress, é o Shazam, que identifica música. Muito útil.. Sempre uso quando tô num lugar que tá rolando música e eu não a conheço. Ativo o Shazam e ele me diz qual é música sendo reproduzida no local.
5) o Tango é um de conversa também. Não gosto muito, só tenho pq minha host-mom só usa ele.
6) Os da última fileira acho que não precisa muito de explicação né? Só digo uma coisa: já me salvaram muito! São muito úteis. O Tube london me dá o trajeto completo de quando eu preciso ir de um canto a outro e não tenho certeza de como chegar ou em quais estações trocar de metrô.

Agora mudando um pouco de assunto mas ainda falando de iPhone:

Muita gente já me perguntou também onde eu comprava as skins pro meu celular, e se na verdade era skin ou case, então finalmente respondendo: são os dois! geralmente compro a skin em um site, e encomendo aquelas capinhas transparentes ultra finas em outro (eBay). Na época custava menos de 10 dólares por 5 capinhas dessas, então quando as duas coisas finalmente chegavam, eu só fazia colar a skin na capinha, assim podia trocar o tempo todo!

Pra quem ainda não conhece um site maravilhoso e seguro pra comprar skins ou capinhas pro celular, aqui vai a dica: Society 6 é o site! O site juntou o útil ao agradável em proteger o iPhone e deixar ele mais lindo ainda. Tem tudo de todos os estilos
Sei que a maioria já conhece, mas tô indicando mesmo assim!
Entrem e chorem com a quantidade de coisas lindas que o site tem.

Alguns dias o frete ainda é de graça!

Alguns dias o frete ainda é de graça!

Eu já pedi coisas de lá 2 vezes e nunca tive problemas, a única coisinha chata que a gente já conhece bem sobre pedir coisas da internet e de site gringo é a demora pra chegar né? Demorou umas 2 semanas e meia pra chegar nas duas vezes, mas conheço gente que chegou a esperar um mês 🙁
Enfim, pra quem não conhecia, pode ir na fé! Eles não só têm estampas lindas, como também te deixam escolher se você quer essa estampa em mais alguma coisa, como camisa, poster, em frame, bolsa, blusas, hoodies, almofadas ou skins também pra notebooks, iPods e iPads! Ah, e a qualidade dos produtos é de primeira! O material que eles usam pra fazer as skins pro iPhone são fáceis de aplicar e não deixam bolhinhas, o que é uma bênção né?

Enfim, tá indicadíssimo. Pra quem quer saber mais sobre o site e como eles têm esse acervo gigante de coisas lindas, é só dar uma olhada aqui.
Sempre achei muito interessante! e aos amigos artistas, dêem uma olhada também em como postar as coisas lá e vendê-las aqui.

Então, por hoje é isso! Espero não receber mais nenhuma pergunta sobre essas coisas haha.
Bom final de semana!

(essas artes em preto e branco de lá serão sempre umas das minha favoritas<3)

IG: @thaiste
Vine: thaiste

Londres, intercâmbios, dúvidas, fotos e ask.fm!

Mais de um mês que não posto aqui, mas hoje finalmente resolvi tirar um peso da consciência.
Não de não postar, claro, já que não vejo isso como uma obrigação, mas sim de responder e talvez esclarecer as dúvidas de muita gente que tem vindo falar comigo sobre viagens, morar fora, Londres, intercâmbios e essas coisas. E eu entendo todas elas, já que foram as mesmas dúvidas que eu tive quando decidi que queria passar um tempo morando e estudando fora do Brasil. A diferença é que na época que bati o martelo que era Londres o lugar que eu queria, eu não tinha ninguém pra perguntar como era essa experiência, mas foi aí que eu encontrei a agência com uma equipe perfeita pra me ajudar em tudo que eu precisava. Não esperei por ninguém, simplesmente fui atrás e consegui tudo que eu queria.

Depois de ter me mudado pra cá, notei que despertei a curiosidade e interesse de muita gente que tem a mesma vontade que eu tive de vir estudar fora, então rsolvi que de alguma forma queria dar um empurrãozinho em todas elas, pra ajudar a conseguirem o mesmo que eu consegui. Ofereci meu kik (thaiste) e respondi tudo que todos perguntavam sobre essa mudança. Incentivei uns, expliquei a outros e respondi muitos. Fiquei muito feliz quando vi as pessoas agradecendo e algumas até vindo semanas depois pra falar que fecharam um intercâmbio pra vir morar fora do Brasil também. Fiquei feliz e satisfeita por todos eles haha. O único problema foi que as perguntas não pararam, as dúvidas continuavam chegando pelo meu kik e eu notei que acabava respondendo a mesma pergunta umas 30 vezes. Ficou repetitivo e aos poucos (sem notar) eu fui demorando mais e mais pra responder lá. Acho isso de escrever no celular um saco, e acabava copiando e colando as respostas já (que feio né?) e acabei dando mais atenção também a quem vinha falar comigo no Facebook, já que pra mim é mais fácil responder no computador.
Até que, uma leitora me deu a idéia quase que genial de fazer um ask.fm só pra esse tipo de perguntas. Eu recebi a idéia com um pé atrás, já que sempre achei o ask.fm ridículo e que só mostrava o quanto as pessoas não tinham aprendido com o formspring. Quem lembra? virou um lixo e as pessoas se aproveitavam do anonimato oferecido pra falar besteiras pras outras. E outras se aproveitavam pra falar da vida pessoal que não dava pra mostrar em outras redes sociais.
Mas enfim, pensei sobre o assunto. Se é pra perguntarem só sobre viagens, intercâmbios, acomodação, Londres e etc, não vai ter problema pra responder e nem repetição nas dúvidas.
Então: http://ask.fm/thaisteuk

thaisteuk

thaisteuk

Perdoem o “uk” no final do username, também achei tosco, mas é que já tem alguém usando o meu “thaiste” de sempre e sempre 🙁 mas até que o uk pode servir também pra lembrar a intenção das perguntas.

Enfim, é isso. Sintam-se livre pra tentar tirar algumas dúvidas. Espero conseguir ajudar (:
Bom final de domingo a todos!

Fotos: todas do meu instagram (@thaiste) e tiradas diretamente do celular. 😀

Março

Março sempre será o mês mais especial de todos. Começa com o meu aniversário dia 1º, depois vem o aniversário de uma tia mais que especial dia 2, depois vem o aniversário da avó mais linda do universo dia 9, seguido pelo dia 10, dia da melhor amiga do mundo. Depois chega dia 12, um dia premiado 2 vezes… Aniversário de outra melhor amiga amadíssima, mas principalmente, aniversário também da mulher que eu mais amo nesse mundo. Não preciso falar que é minha mãe né?

Hoje eu acordei pensando nela e assim segui o dia todo. Pensei e me perguntei um milhão de vezes o que eu precisava fazer pra dizê-la o quanto eu a amo e o quanto eu sou grata por tudo que ela fez e faz por mim. Pensei e percebi que nada que eu diga um dia vai chegar aos pés do que realmente é. Eu amo essa mulher com toda a minha vida, com todo meu amor, todo meu coração e com tudo que eu sou. Foi ela quem me deu a melhor educação do mundo, foi ela quem me ensinou a amar e a ser amada. Foi ela quem brigou e ensinou tudo da forma mais perfeita, foi ela com quem briguei por ter recebido “não” algumas vezes, mas é a ela que hoje eu agradeço por todos eles. Ela fez tudo certo. Obrigada mãe, por tudo nesse mundo. Todo o esforço, todos os conselhos, todas as alegrias, todo o amor, toda a paciência e principalmente, por ser o melhor exemplo do mundo. Tenho muita sorte de ter esse exemplo de pessoa dentro de casa, guiando todos os meus passos e me mostrando sempre qual é o melhor. Obrigada, obrigada, obrigada. Eu te amo com todo o meu eu.
O abraço a madame Teixeira vai receber dia 27, mas antes disso a gente vai tentando matar o que está nos matando, olhando as fotos da visita que ela me fez, há 3 semanas atrás. Saudade.

E a gordinha do ano é…

Thais Teixeira, claro.

Plena meia noite e meia e um século depois, eu resolvo postar aqui. O motivo? FOME.
Mentira, não tô com fome, mas numa conversa de Skype com a minha mãe onde o principal assunto virou comida, não dá pra ficar sem vontade de comer. Filha gordinha como sou, dedico esse post principalmente a ela, que tá online aqui comigo e compartilhando do mesmo sofrimento.

Brigadeiro: Raízes brazilian restaurant – Brownie: M&M’s

Viver em Londres e não comer porcaria não é viver em Londres. Não sei se a falta de brigadeiro na minha vida que fez o brigadeiro do restaurante brasileiro daqui do bairro virar o melhor do mundo, ou ele é bom mesmo, só sei que sempre que vou lá matar a saudade de coxinha, picanha e brigadeiro, nenhum deixa a desejar. Amigas que pretendem vir morar em Londres ou que já estão aqui: indico! O nome do restaurante é Raízes, em Hackney. Falei dele porque também tô desejando brigadeiro e coxinhas, perdoem.

Angus Steak House

E falando de brasileiros em Londres, escrevo mais um fato: carne é raridade e a saudade dela é constante. Nós brasileiros comemos carne até pecar, mas aqui não é assim. Aqui é frango + batatas até chorar. Carne é caro e difícil, mas não é impossível. No final de semana com meus pais aqui, provei uma carne de comer de joelhos, no famoso Angus Steak House. Fica a dica por aqui também. Sem falar do rodízio no Raízes. Aff, tô escrevendo aqui e babando de vontade de comer tudo isso agora.

Hot dog at Camden Town – Upper crust at King’s Cross station

Quem me conhece sabe que como qualquer coisa já pensando na sobremesa. Doce é meu ponto fraco e até de dieta não resisto. Como salada mas tenho que ter sobremesa depois. Me julgem. Então por último, deixo uma foto que reúne meus 3 favoritos (ou mais frequentes) daqui.

Cinnamon roll - Waffle - Warm chocolate cookie

Cinnamon roll – Waffle – Warm chocolate cookie

Na lista de favoritismo, quem leva o bronze na gordice é o Cinnamon roll do EAT que é sem dúvida o melhor dos cinnamon rolls. A prata gorda vai pro Waffe com chocolate meio amargo do Waffle Meister da Oxford st. muito muito muito bom e calórico. Ganhou até do que era meu favorito, que ficava em Camden. (confiem em mim, de doces eu entendo)
E o ouro acho que já não é mais segredo, já que hoje notei que já tenho duas fotos dele no meu instagram. É irresistível, quando a gordinha aqui come a felicidade é tanta que ela precisa registrar o momento! Warm chocolate cookie da Pizza Hut entrou no primeiro lugar da minha lista de sobremesas que venho carregando ao longo de toda essa vida de gorda. O cookie é quente, molinho ainda e com um vanilla ice cream de comer rezando. Sempre que vou na Oxford street rola uma passada fast&furious lá na Pizza Hut só pra comer essa sobremesa. Daria meu mindinho do pé por ela agora 🙁

Pizza Hut pós Primark acontece praticamente uma vez por semana

Pizza Hut pós Primark de praticamente uma vez por semana

Enfim, é isso… Queria compartilhar meu sofrimento do momento. Desejo tudo isso e assim dormirei hoje.

Fotos: Instagram > http://instagram.com/thaiste

Beijo da gorda :*

White days

Fotos da semana em que Londres ficou coberta pelo branco mais fotogênico que existe. Bonito de se ver, e não vou mentir que me abriu um sorriso quando vi que de repente, o dia amanheceu assim e deu início a semana mais fria de inverno que já tivemos por aqui. Deu abertura também a temporada oficial de quedas e escorregões mais espetaculares de Londres. Foi um verdadeiro show, rendeu muita risada e corpo dolorido nos dias seguintes. Os dias de neve foram lindos, mas uma hora enjoa né? Passou, e se tiver que voltar, espero que não volte com o mesmo frio que veio da primeira vez.

Acordando e ver isso numa segunda-feira: só ficou melhor ainda quando cancelaram as últimas aulas.

Acordando e ver isso numa segunda-feira: só ficou melhor ainda quando cancelaram as últimas aulas.


backyard

backyard













Enfim… Só alguns registros do que rolou por aqui nas últimas semanas. Neve só cai por aqui raramente, então aproveitei que estava com câmera em mãos.
Dêem dicas pra posts seguintes, tô sem criatividade esses dias, cabeça mais nos estudos e trabalhos. Ah, falando nisso, notei que me perguntaram muito sobre meus cursos e estudos por aqui. Quem quiser um post explicando melhor sobre isso, confirma pelo kik ou por aqui mesmo. Beijos!

Uma tarde na Piccadilly Circus em 20 fotos


Sobre uma tarde na Piccadilly Circus com a Mariana. Não tínhamos nada mais interessante pra fazer, e nem tempo suficiente, então decidimos ir almoçar por lá, o que resultou em algumas fotos turísticas e pizza hut!


















E tudo acaba em pizza! pra terminar o dia, pizza hut!

E tudo acaba em pizza! pra terminar o dia, pizza hut!

Enfim, esse foi o último dia que eu passei com a Mariana quando ela tava aqui! Alguns dias atrás (tô com preguiça de olhar no calendário). Mais uma tarde divertida pra lista!

Fotos: todas minhas, as de fisheye foram com o iPhone + lente
as sem fisheye são de uma Sony alpha 380! e algunas do instagram (@thaiste)

Friday (04/01), Brick Lane, Street art, Vintage stores and Coffee w/ Mariana

Eu sei que tô um pouco (muito) atrasada pra falar da Sexta-feira passada, mas foi um dia que eu não deixaria passar em branco por aqui. Sem falar que, o que vale é a intenção de deixar tudo que eu gosto registrado né. Antes tarde do que nunca!

Bom, como a Mariana tá hospedada perto da minha casa, sexta-feira passada resolvemos nos encontrar de novo na estação mais próxima da gente e de lá irmos dar uma volta pelos “arredores”. Admito que foi a minha primeira vez fazendo isso por aqui por perto. Já tinham me falado bastante o quão sortuda eu sou pela localização da minha casa, mas como preciso passar meu dia todo em Covent Garden (centrão), nunca tinha arranjado mais tempo pra passar por aqui por perto. Essa foi a primeira e com certeza não foi a última que fiz isso. Amei tudo que vi e todos os lugares que frequentei, sem exceções.
Depois de uma caminhada partida da estação, chegamos a região de Brick Lane.

Pra quem não sabe, vou tentar resumir um pouco, já que muita gente associa Brick Lane ao curry, de restaurantes indianos, paquistaneses e bengaleses distribuídos pelas redondezas (um dos motivos também de algumas placas serem em inglês e em bengali). Mas não, o curry e as comidas exóticas ainda não são os maiores atrativos de lá. Em Brick Lane também estão alguns grafites de Banksy, algumas galerias de arte, muitas exposições, pubs, casas noturnas (odeio esse nome, só não escrevi boate porque acho tão feio quanto), bowling, mercados de antiguidades e muitos cafés.
Mas na verdade, uma das coisas que mais me chamou atenção foi o grafite espalhado pelas ruas.

Lá a tal arte ao ar livre conseguiu reunir em um só lugar nada mais nada menos que Banksy, DFace, Ben Eine e outros artistas que em cada esquina nos deixavam boquiabertas. Amei, e se já gostava de Banksy antes, o grupo (ou ele) conseguiu me fazer gostar ainda mais com a tamanha perfeição da arte vista de perto.
Agora falando por um lado mais consumista, Brick Lane não deixou a desejar e de me impressionar. Acho que lá foi o lugar mais “vintage” que já estive. Todas as lojas de roupas são de roupas vintage, todos os cafés são estilo vintage, todos os pubs são vintage, todas as lojas de cds são vintage. A maioria das lojas não são daquelas fakes, com roupas novas imitando o vintage, a maiora são lojas que vendem roupas velhas mesmo (em bom estado, óbvio), sapatos meio antigos, óculos antigos, bolsas e tudo mais. Tudo lindo. Novos, mas antigos de verdade. Mariana é uma grande fã do estilo e se contarmos, acho que entramos em umas 15 lojas diferentes. Cada uma de uma forma interessante diferente. Uma das lojas que mais amei não era de coisas tããão antigas assim, a loja era de artigos de decoração + livros + velas + roupas + tudo que se possa imaginar, como dá pra ver na foto! tudo lindo mais uma vez.

O nome da loja é JOY! e fica na Bacon street. Muito conhecida e também muito indicada pra quem gosta dessas coisas (tipo eu).

Esse “T” foi minha grande paixão, já que amo esses florais mais delicados. Voltarei lá para comprá-lo no dia que descobrir o enigma de como vai caber na minha mala.
A Joy! foi a nossa primeira visita, então depois dela foi a vez das mil lojas de roupas!

E aí em cima vai um registro de algumas delas. Eu devo ter entrado em uns 10 fitting rooms diferentes e experimentado umas 15 roupas, mas no final das contas só saí com um short comprado. 🙁

A Mariana acho que se pudesse, teria comprado todas as lojas. Todas as roupas e coisinhas lindas eram a cara dela haha.

Mas depois de muitas lojas e muita caminhada, paramos pra escolher um lugar pra um café. Não foi uma escolha fácil, já que todos os lugares pareciam perfeitos pra isso, mas não me arrependo da decisão. O escolhido pro café foi o “Full stop”, e só eu sei o quanto eu fiquei apaixonada por esse canto. O lugar não tem nada de demais, mas é perfeito. Com o tempo esfriando, minha vontade de ficar lá era pra sempre. O atendimento foi lindo, o lugar mais fofo e agradável com um estilo claro, também vintage e muito, muito tranquilo. A comida? Perfeita. Pedi um croissant sem esperar muito, mas recebi um dos melhores já comi. O mesmo serve pro chocolate quente (gordinha mode on)

Meu chocolate quente veio com coraçãozinho irresistível a uma foto. Quando vi acabou saindo “OWWWNN, SO CUTE” de mim, que o cara que serviu a gente não conseguiu ficar sério.
Passamos algum tempo lá olhando as fotos rendidas do dia, conversando e comendo e logo depois foi hora de voltar pra rua e dar uma última olhada nas lojas.
Mais caminhadas, mais fotos e mais risadas, acabamos chegando no famoso Spitalfield Market. Que dizem (não sei), que é o “mercado” (para nós brasileiros, entendemos mais como “feira”) mais antigo de Londres.

É lindo e tem realmente muuuuita coisa interessante pra ver nas lojinhas. Ele não fica mais naquela parte tão vintage da região.

Na verdade, pelo contrário, aos arredores entramos ainda numa M.A.C., numa Fred Perry e até na loja da “grife” da Mischa Barton. O mercado as lojas nos renderam algumas comprinhas mas logo chegada nossa hora de andar à caminho de nossas casas. No caminho encontramos uma Lomography Store e ficamos por lá mais uns 10 minutos. Como já falei aqui, não sou grande fã e minha Diana Mini ainda tá em fase de testes, mas adorei a loja. É interessante ver como o simples objeto (câmera) pode ficar tão lindo. Vi câmeras douradas e do tamanho de um iPod shuffle. Lindas e pequenas, outras lindas e grandes. As vezes tenho vontade de comprar só porque são lindas haha.

E depois dela, hora de entrar na estação e voltar pra casa. O dia foi puxado mas valeu cada suspiro de cansaço. Rendeu muitas fotos, risadas, compras e conversa. E o prêmio de melhor compra vai para meu vestido lindo e maravilho que finalmente comprei pra ir ao Charity Ball daqui. Um peso a menos, tava precisando urgently. 😀

Essa semana já tô me planejando ir por Brick Lane de novo. Só falta arranjar dia e hora, já que todas as aulas e cursos voltaram essa semana e nem o sábado mais eu tenho livre.
Enfim, finalmente pude compartilhar sobre minha sexta da semana passada aqui. Quem acha que gosta das mesmas coisas que eu, fica aqui o lugar indicado. Com certeza também vão gostar. E olha que tenho muito ciúmes dos lugares que gosto, então me agradeçam por estar compartilhando haha.
Já comentei sobre a Mariana aqui antes, mas vou comentar de novo: ela vai embora amanhã 🙁
mas hoje foi mais um dia adorável com ela. Com direito a um almoço bem gordo, passeio na piccadilly circus e café antes da minha aula! Depois compartilho as fotos aqui também. (rezem pra não demorar uma semana de novo). Isso eu não sei se já falei aqui, mas amo as fotos dela! O estilo, as cores e tudo, acho super original. Tomei a liberdade de pegar algumas fotos do instagram dela (que é @lara_marianita) emprestadas. Pra quem também gosta, aqui embaixo vão as fotos da semana passada que ela postou e eu adorei/peguei!
Enfim, é isso! Continuem falando comigo no kik, tô curtindo!
Fotos: instagram (@thaiste) e câmera pessoal. E algumas da Instax da Mariana 🙂

Sobre Quarta-feira, Camden Town, Quinta-feira e Rain room w/ Mariana

QUARTA-FEIRA 02/01

Esse ano começou todo lindo né? Como já postei aqui antes, minha segunda pra terça foi mais que tranquila, mas terça a tarde foi dia de combinar a Quarta-feira com a Mariana.
Mariana é a minha daquelas histórias de amizade formadas através do Instagram haha. Conheci ela por lá há um booom tempo e sempre amei as fotos dela, e vice-versa. Ela é mexicana e resolveu vir passar o final (e começo) de ano aqui em Londres, então a gente não perdeu a oportunidade de sair juntas pela cidade conversando muito, conhecendo lugares novos lindos e tirando fotos.
O programa da Quarta-feira foi ir a Camden Town (praticamente minha segunda casa) porque estávamos meio indecisas sobre onde ir. Na dúvida, escolhemos Camden por ter um mercado onde poderíamos fazer umas comprinhas, por ter muuuita comida pra matar nossa fome, por ter lugares lindos pra apontar nossas câmeras e por ter ótimos cafés para pararmos e descansarmos um pouco. E como sempre, dito e feito!

Ao chegar lá, aconteceu o que sempre acontece comigo: começou a chover. Não vou dizer que atrapalhou a visita, mas teria sido 50% melhor sem a chuva, já que o mercado é ao ar livre.
Mas mesmo com a chuva, demos a volta pelo mercado enquanto deu tempo e depois fomos atrás de um lugar legalzinho e fechado para almoçarmos. Encontramos o Lock 17, lugar calmo e confortável pra pararmos e comermos nosso burguer de almoço. Deu pra conversar bastante por mais de uma 1 hora e nos prepararmos pra mais uma volta.

Mais algum tempo depois, com o tempo esfriando e o dia virando noite (aqui tá escurecendo depois das 15:30 já), paramos pra um café no Costa mesmo, cafeteria que tem em toda esquina por aqui.
Pegamos uma mesinha coberta na calçada e descansamos um pouco.

O tempo que passamos lá foi o suficiente pra fazer amizade com um cara da mesa ao lado, que gostava de fotografia e tinha em mãos pelo menos 3 câmeras diferentes. Conversamos sobre fotos, câmeras digitais, lomográficas e principalmente sobre a Instax da Mariana, que é perfeita. Um dia com ela e fui convencida que preciso ter essa câmera. É de fato muito divertido isso de tirar uma foto e ter ela em mãos no mesmo minuto. Assim que eu encontrá-la por aqui, comprarei.

Tendo Camden por visto e com o resto do dia (que já era escuro como noite) livre, pensamos em alguns cantos pra ir que tivesse um fácil acesso a volta pra casa. E maaaais uma vezes, fui parar na Oxford street. Ela queria conhecer a Topshop londrina, então pra lá resolvemos ir. A loja ainda tava com algumas sessões half-price e nos renderam algumas comprinhas. 2 blusas pra falar a verdade. Uma camiseta pra mim e uma blusa linda pra ela.

Com a loja ficando cheia demais, hora de mais umas voltas pela Oxford. Encontramos o lugar que já estávamos procurando há algum tempinho, o tal do Ben’s cookies. Um lugar pequeno só pra venda de cookies e de todo tipo que se pode imaginar. Os cookies? perfeitos. Você compra e eles ainda são quentinhos, derretem na boca. Aff, tô escrevendo isso e babando por um agora.
Depois de sentar e comer mais uma vez, fomos a uma Jessops comprar filmes pra eu finalmente testar a minha Diana Mini no outro dia. Depois disso, hora e voltar pra casa e combinarmos o que fazer na quinta-feira! Nos despedimos de mais um dia ótimo e voltamos a nossas respectivas casas.

Chegando em casa, foi hora de colocar o filme na Diana, ver as fotos que renderam durante todo o dia da digital, descansar e dormir logo, pra conseguir acordar cedo e aproveitar mais o dia seguinte. :))

QUINTA-FEIRA 03/01
Queue, Rain room and more pics

O decidido pra Quinta-feira foi visitar o famoso Barbican Centre.
O Barbican centre é um centro de artes aqui em Londres, situado em Barbican state, local que foi destruído por bombardeamentos lá na Segunda guerra mundial. O centro é lindo, completo e um dos maiores da Europa, me apaixonei pelo lugar. O centro pertence, claro, à City of London corporation, nomeada a terceira maior fundação de artes do Reino Unido e é lá onde fica a sala concerto sede da Orquestra sinfônica de Londres! Informações interessantes a parte, fomos visitar o grande centro com o objetivo principal de conhecer o Rain Room. Vou resumir o que isso significa: o Rain room é, como diz o nome, um lugar fechado com chuva. Pera, deixa eu tentar de novo. O quarto chuva fica dentro da sala Curve do Barbican, e é uma experiência “4D” que envolve arte, ciências, tecnologia e até um pouco de psicologia comportamental. Mas acho que vou explicar isso mais lá na frente.

Chegando e conhecendo um pouco do centro de artes, foi hora de ir pra fila de 3 horas de espera pra entrar na sala Curve. 3 horas é muito, mas até que passou rapidinho. Lá tem outra Costa cafeteria, onde compramos nossos lanchinhos pra enfrentar a tal fila. Sentadas esperando, conversamos, comemos, tiramos fotos e rimos das crianças que estavam por lá até chegar nossa vez. Finalmente entramos em grupo na Curve e já conseguíamos ver as pessoas debaixo da chuva fazendo movimentos estranhos, mas mesmo assim sem se molhar.

Vou tentar explicar mais uma vez: os criadores da obra, Florian Ortkrass, Stuart Wood e Hannes Koch queriam dar às pessoas a experiência de consguir controlar o tempo, digo, a chuva. Quem nunca saiu sem guarda-chuva e desejou que pudesse andar na rua sem se molhar ou pudesse controlar um pouquinho o tempo? Bem, acontece comigo all the time. O Rain room é isso, uma sala equipada de muita chuva e várias câmeras 3D sensoriais fixadas (e escondidas) no teto, assim cada pessoa e movimento que entra no espaço de 100m² é reconhecido. Ou seja, eu andei, abri os braços, tirei fotos, tudo debaixo de chuva e não me molhei.

A experiência é muito interessante e não me arrependo de ter esperado 3 horas por ela. Acho que quem vier pra Londres e tiver tempo livre, vale a pena conhecer, ela vai ficar exposta até 3 de março.
Enfim, depois de passar o dia todo na exposição no Barbican, entramos na lojinha oficial e que eu fiquei apaixonada, diga-se de passagem.

A parede de cartões e a prateleira gigante só de livros voltados ao design me ganharam no primeiro minuto. Não tivemos tempo suficiente nela porque a Mariana tinha compromisso as 18:30 e eu tinha que voltar pra casa, mas pretendo voltar lá logo logo e passar mais algumas horas me encantando com tudo que o lugar oferece.
Enfim, é isso! Essas foram minha quarta e quinta-feira! Adorei passar os dias com a Mariana e adoro o fato de que a gente gosta de fazer as mesmas coisas. Esse final de semana nós tínhamos compromissos e não pudemos sair juntar de novo, mas na Sexta-feira também saímos e foi mais um ótimo dia que também tenho um monte pra falar sobre. Amanhã posto sobre a sexta-feira depois que voltar da aula (amanhã volta tudo de novo, adeus férias). 😀

Boa semana pra todo mundo! :*
continuem mandando dicas pelo kik, tô amando! Meu kik é “thaiste” mesmo. Quando me faltar idéias do que postar, vou usar a que vocês tão me dando!

Último dia de 2012, primeiro dia de 2013


Tenho certeza que não sou a única aqui agradecendo por 2012 e torcendo por um 2013 tão bom quanto. Como já falei antes, acho que 2012 foi o melhor ano que já vivi, e se 2013 trouxer as mesmas coisas boas que me aconteceram em 2012, já vai estar perfeito. Tô deixando tudo que não vale a pena levar pros próximos 365 dias nesse ano que passou. Tô trazendo só boas e muito, muito felizes lembranças. Eu não tinha esse post programado, mas em plena calmaria de 1º de janeiro na minha cama, resolvi começar, e assim deixarei um pouco registrado sobre meu último dia de 2012 e meu primeiro dia de 2013 em um só post.

Being honest, esse foi meu fim de ano mais diferente. Eu não tava naquele clima todo que todos mostravam estar. Tava tudo muito calmo por aqui, me senti realmente distante da agitação pré-revéillon que eu tô/tava acostumada a encarar com a minha família na casa de praia. Ah, e pra ser mais diferente ainda, eu não passei as primeiras e longas horas do dia 31 na praia ou sentindo o cheirinho de comida de fim de ano, e nem tomando champagne. Acordei, tomei banho e peguei 45 minutos de estrada pra chegar a um shopping. Blue Water shopping centre fica fora de Londres e resumindo, é enorme e ótimo. Passada a manhã lá, tomado o café da manhã com a minha host-mother e depois de muito andar, entrar e sair de lojas e dar uma conferida nas promoções, chegou a hora de voltar a realidade. Cheguei em casa e dei de cara com minha própria bagunça.
E se tem uma coisa que eu não gosto, é falta de organização no ano novo. Eu já odeio por natureza, mas no último dia do ano pra mim é a pior das sensações. Pode estar tudo bangunçado no Natal, no meu aniversário, em qualquer outro dia, mas as sensação não vai ser tão ruim. Cheguei em casa e só me restou arrumar tudo bonitinho e esperar pelo fim do dia. As horas passaram, o quarto tava limpinho e com tudo em seu devido lugar. Melhor sensação do mundo pra começar um novo ano. Só nos restou esperar pra estourar a champagne enquanto o Big Ben badalava 12 vezes, e quando aconteceu foi indescritível de tão lindo. Sensação de despedida e de mais um novo começo. 2013 will be awesome.

Algumas fotos (não minhas) da virada londrina. Foi de encher os olhos d’água de tão grande/bonito/animado .

Depois de muitos abraços, comemorações e muitas ligações, chegou aquela hora de deitar, agradecer, cruzar os dedos e colocar todos os pensamentos positivos na cabeça pro novo ano haha.
Fechei a noite da melhor forma possível. Com muita Sorte, The O.C., chuvinha, um sorriso no rosto e a melhor calma e cama do mundo.

Sobre 1º de janeiro, também não poderia ter sido um dia mais calmo. Acordar tarde (14h) e ver o sol se pôr já uma hora depois me deixa meio depressiva, mas hoje particularmente não me afetou muito, já que nem sair da cama mais de 3 vezes eu saí.

Ainda não tô sentindo o comeeeeeço de mais um ano, talvez só dia 7, quando as aulas e a correria retomarem, mas enquanto isso a gente vai usando a fézinha pra ter mais 365 bons dias, né?
Dia acabou com mais The O.C., um pouco mais de Sorte e Ben&Jerry’s pra ser ainda mais feliz.
Enfim, é isso. Quem perguntou pelo Ano Novo aqui em Londres, pode conferir o quão lindo foi nesse link: http://www.youtube.com/watch?v=4e8vfRTsFU4
E as fotos postadas aqui foram praticamente todas do instagram (@thaiste).
Feliz 2013 pra todo mundo! e mais amor, por favor!

O fim do mundo visto de um Parque de diversões

Parque de diversões de inverno, diga-se de passagem!
Sexta-feira passada, do dia 21 de Dezembro (e até bem antes disso) rolava por todos os lados o boato de que esse 21/12/12 seria o tal dia do Fim do Mundo. Algo a ver com previsões Maias e seu calendário. Shame on you Mayas! O mundo, felizmente, não acabou masss caso acabasse, eu soube aproveitar direitinho mais uma sexta-feira especial.
Desde 2007 os fins de ano em Londres ficaram um pouco mais divertidos. O Hyde Park adotou para essa época de inverno a Winter Wonderland, um parque de diversões lindo, com tudo e mais um pouco que os outros parques normais oferecem. Esse é gigante, tem pista de patinação no gelo, algumas montanhas russas, elevador de queda livre, uma tirolesa que passa por cima dos brinquedos, lojas de doces, tendas de apostas e a melhor parte: muitos, muitos daqueles típicos restaurantezinhos de parque. Cachorro quente, crepe, waffle, pipoca e em alguns, até churrasco. Lá é bem conhecido também exatamente por causa disso, dá pra encontrar de tudo e alguns restaurantes são de outros lugares da europa, ou seja, você acaba comendo coisas típicas da Alemanha, Bélgica, Espanha, Itália… Um sofrimento para nós gordinhos em nossas dolorosas dietas.
Enfim, esse dia eu posso dizer que foi até agora o melhor aqui em Londres. Deu pra rir muito, brincar, comer, estar bem acompanhada e ser feliz! Fica aqui compartilhado algumas foto-lembranças desse dia 😀


Olha a gordinha aí gente!

Olha a gordinha aí gente!




Creepy, mas era só um cara passando na tirolesa haha.

Creepy, mas era só um cara passando na tirolesa haha.

Só um pouco cansada... Só um pouco

Só um pouco cansada… Só um pouco





SONY DSC

Enfim, é isso. Queria deixar isso registrado por aqui também.
Esse talvez seja o último post do ano, que por sinal acho que foi o melhor ano.
Desejo a todos tudo de bom no próximo! Amor, amor é o principal!
Feliz ano novo!

Fotos: Sony Alpha 380 😉
Instagram, kik e twitter: @thaiste

Sobre compras, Boxing Day e Quarta-feira!


FINALMENTE tirando a poeira daqui! Último post lançado foi dia 12 e foi só pra decidir qual seria o próximo assunto a comentar por aqui, decidi tudo através de uma enquete. Gostei disso! O resultado foi: com 56% das escolhas, quem saiu ganhando foi o post sobre compras! Atrás dele, com 24% ficou o post por vir (algum dia) sobre Quarto&stuff e em terceiro, com 19%, lugares em Londres que eu gosto e que as pessoas gostariam de conhecer/saber mais!

Desde a primeira semana de enquete quem saiu ganhando foi o assunto sobre compras que eu, e acho que todo mundo ama. Então pensei comigo, se esse assunto ganhar mesmo, vou esperar até o dia 26 pra postar no blog. O motivo? Não há dia melhor pra falar sobre compras, lojas ou tudo que envolva sacolas e roupas novas do que no famoso “BOXING DAY”. Essa semana me perguntaram o que era esse tal dia e eu expliquei que era tipo uma Black Friday, só que numa versão britânica e melhorada. Falei isso antes do dia acontecer, mas acertei em cheio. O Boxing Day acontece todo ano aqui em Londres (acontece também no Canadá, na Nova Zelândia e na Austrália) e começa sempre dia 26 de dezembro, sim, um dia depois do Natal. O Boxing day acreditem se quiser, é um feriado de origem medieval que para os religiosos, significa dia de St. Stephen, mas para os menos ligados, é o dia de aproveitar as liquidações nas principais lojas, que apresentam descontos de até 90% do preço original em roupas, eletrônicos e absolutamente todo o resto. Esse dia acaba durando uma semana e algumas vezes quando os estoques das lojas ainda não zeraram, vai até meio/final de Janeiro.

Pra mim, resumindo: no lugar certo, no dia certo haha.

Me pediram muito pra mostrar as compras que tenho feito por aqui por Londres durante todo esse tempo, só que não me senti muito a vontade pra abrir o guarda-roupa ou a mala e sair mostrando todas as aquisições, mas hoje resolvi abrir só uma brechinha e mostrar só algumas coisas resultantes do dia 26 na Oxford street e fazer algumas comparações.

Bom, quem lê aqui sabe que eu já falei da Oxford street inúmeras vezes, e vou falar de novo. Plena quarta de Boxing Day eu fui pra lá. Uma sorte? Os ônibus estavam funcionando, já que o Underground tava parado pelo feriado, o que causou um engarrafamento de ônibus + táxis + carros fora do normal, me fazendo levar mais de 45 minutos pra chegar onde eu queria. Quando cheguei, caí bem em cima da Office, acho que uma das lojas de sapatos mais conhecidas por aqui, tem em todo canto. O “70%” adesivado na vitrine, a chuva e minha paixão por sapatos me obrigaram a entrar nela.

Me impressionei com os preços por lá, tinha sapatilha linda por £7! Só não comprei porque não tinha meu tamanho. Nessa loja, a minha felicidade mesmo é parar em frente a parede de tênis, ah meu deus, é muito amor. Todos os Converse mais lindos do mundo, todos os Vans mais lindos do mundo e com edições especiais, todos os Perry mais lindos do mundo e todos os Lacoste mais lindos do mundo. Tive que me controlar muito pra não sair de lá com 5 sacolas de sapatos em mãos, já que eu ainda ia ter uma Oxford St todinha pela frente. E fiz certo! Comprei só um Vans que queria já fazia um tempinho e saí da loja. Depois dela foi a vez da Primark, logo ao lado e que tava um i-n-f-e-r-n-o de tão lotada. Bom, quem não conhece, vou resumir: Primark é a loja de departamento mais barata pra compras na Europa e tem muita muita coisa linda. Vende de tudo, sapatos, bolsas, todos os tipos de roupas e acessórios. Eu sempre que viajo, praticamente renovo meu guarda-roupa nela. Tem vezes que ainda prefiro ela do que a Zara ou H&M. Pra falar a verdade nem achei nada de interessante nessas duas. Mas aqui vai a dica: minhas lojas favoritas para roupas são Primark, Next, Topshop, Pull&Bear e Miss Selfridges. Todas são perfeitas, nem todas são tão baratas, mas estão sempre ao alcanço do nosso bolsinho brasileiro que costuma pagar uma fortuna numa pecinha que aqui custa o terço do preço. Entrar na Primark e passar algum tempo lá foi complicado, mas acho que valeu a pena. Sempre vale quando eu paro e faço as contas de quanto eu gastei. Costumo somar tudo e tentar transferir para o real. Sempre que faço isso penso “Gente, isso não é nem um terço do que eu gastaria no Brasil comprando tudo isso” e é sempre a mais pura verdade. No Brasil a gente acha que tem lojas de departamento legais e baratas, mas a gente acha isso só até conhecer as européias, que são boas, baratas e de qualidade.

Por exemplo, essas roupas daqui de cima foram algumas que saíram comigo de dentro da Primark. Na primeira, peças que comprei separadas por lá mas que acabaram virando um conjunto quando cheguei em casa. Na segunda foto, tá um vestidinho, uma das minhas compras favoritas. Nem costumo usar vestidos, mas quando vi esse não resisti! O preço? vou contar em segredo… £12.
Ouvi falar que quem converte não se diverte, mas essa teoria aí não atrapalha minha felicidade quando tô na Primark haha pelo contrário, sempre acabo rindo da conversão.
Pra mostrar mais o quanto é bom e barato fazer compras Londres, resolvi juntar alguns dos sapatos que comprei desde que cheguei por aqui.

Floral foi da Primark, antes tava por £7 mas comprei por £3. O rosinha foi da Topshop de £17 por £3, dá pra acreditar? O tênis Lacoste foi de £65 por £25. O de oncinha comprei por £28 um mês atrás, mas essa semana tava de £15 haha. Quem me conhece sabe a minha paixão por sapatos e principalmente tênis. Sempre falo pra minha mãe “Eu poderia ter só uma calça skinny e uma blusa social branca, mas eu queria ter um mundo de sapatos!”. Prefiro sapatos a roupas e isso é um problema quando se vive aqui em Londres, já que todo canto tem sapatos lindos por preços inacreditáveis.


A parte de sapatos das compras do dia 26 foram essas, o Vans que eu já comentei, comprado na Office, que eu tava atrás desde que fui ao show do Roger Waters em São Paulo no começo do ano e vi um cara usando. Preguei o olho e desejei desde então. Namoro com ele desde que cheguei aqui em Londres, que foi mais fácil de encontrar, mas acabei comprando mesmo só ontem, porque há umas 3 semanas atrás já tinha comprado um branco em couro, que eu precisava mais. O preço dos Vans aqui não mudam muito, são carinhos mesmo igual no Brasil, algumas vezes até um pouco mais, tem só que ter a sorte de algum dia encontrar eles em sale. A sapatilha vermelha é uma que eu também tava atrás há séculos no Brasil e nunca tinha encontrado uma simplezinha e confortável assim como essa que encontrei (também) na Primark, por £8!
Enfim, depois de sair da Primark foi a vez da Topshop, mas não me atrevi ficar lá por mais de 15 minutos. As roupas estavam baratas mesmo, mas só o que havia sobrado, e o lugar tava um formigueiro. Não rolou ficar por lá. Saí e fui direto pra Urban Outfitters, que eu também já falei por aqui pelo Blog o quanto eu a amo! A seção de livros que eu amo tava praticamente de graça, mas todos os livros que eu queria já tinham ido embora. Só que não deu tempo ficar triste, bastou dar 3 passos e ficar em frente a prateleira de Lomos. Como já falei, não sou fã, aliás, nunca tive uma, mas quarta-feira foi a minha vez de tentar mudar meus conceitos sobre o quão regressivo é ter uma lomo dessas. (Podem me julgar, é o que penso)
Encontrei a que eu achei linda e quis comprar desde a última vez que tinha passado pela loja. Não comprei de primeira porque era carinha e eu tava com medo de me arrepender, mas dessa vez não resisti, tava pela metade do preço. Comprei, nem tirei da caixa ainda, mas na pior das hipóteses, se eu não gostar, vai pra prateleira do meu quarto! De enfeite vai servir, porque linda ela é.

Enfim, pretendo fazer outro post sobre compras falando mais das lojas e o quanto vale a pena. Hoje foi mais voltado ao Boxing Day. Gostei muito e indico pra quem quer que passe o final de ano aqui. Vale os minutos de claustrofobia enfrentados dentro das lojas! Sem falar que acaba sendo divertido, a mulherada rindo pra não chorar, com 4923864 sacolas em mãos haha.
Próximo post vai ser sobre quarto, que muita gente vem pedindo desde o começo, mas se surgir algo em mente antes disso, postarei, já que agora finalmente tô com mais tempo livre. Continuem dando dicas e comentem se tiverem alguma dúvida. 🙂
Obrigada pelas mensagens carinhosas que tenho recebido pelo twitter e até no kik! (thaiste)

On the road – Sunday

“O pé na estrada eu vou botaar, que já tá na hora de irrrrr… Com um lindo horizonte e um céu azul, o que mais eu poderia pediirrr?”  ♪
Impossível falar sobre pegar estrada e não lembrar dessa música do Irmão Urso.

Sobre domingo, estrada, Bibury, casinhas, Oxford city, Stow-on-the-Wold, canecas, Stratford-Upon-Avon, Shakespeare birthplace, centro de londres, frio, pub e despedidas…

Nesse final de semana (domingo) finalmente fui na excursão que acabei perdendo semana passada, e só tenho uma (mentira, tenho um monte) coisa a dizer sobre isso: DEMAIS.
Logo pela manhã, as 7:20 (lê-se: ainda escuro) peguei o ônibus em direção a Oxford city (e outros), e a beleza da viagem começou logo nos primeiros quilômetros percorridos. Alguns poucos minutos de estrada fora de Londres já dava pra ver paisagens de encher os olhos d’água. Era tudo tão lindo que mesmo com o sono que eu tava, não consegui dormir. Não deu pra tirar muitas fotos também porque aqui nas estradas a gente chega a 120km/h brincando, ou seja, as fotos saíam todas borradas. Campos lindos e casas de campo maravilhosas só conseguiriam ficar mais bonitos ainda se tivéssemos com um céu azul e um arco-íris. Não demorou muito: o tempo começou a abrir, o sol apareceu um pouco e o restinho de chuva que ainda tinha formou um arco-íris gigante. Passei algum tempo pra acreditar no que eu tava vendo. Posso parecer besta, mas acho que a última vez que vi um arco-íris grande e lindo assim foi há uns 3 ou 4 anos. Na foto não dá pra ter noção alguma do lugar e da beleza de tudo, mas acho que já foi uma sorte grande ter conseguido tirar uma foto em que o arco com pote de ouro no final saísse visível o suficiente pra acreditarem em mim.

1 hora de estrada e chegamos em Bibury, primeira parada.

Ainda não achei um adjetivo que defina bem ou o suficiente o quão lindo e fofo esse lugar é. Não sei se esse lugar parece mais uma cidade de bonecas ou uma parte de Middle Earth. Parecia tudo de mentira, montado, plantações fakes e todo o resto, de tão inacreditável e aconchegante que a vila era. Difícil acreditar que tem gente que mora lá mesmo, que acorda com aquele visual e que vai dormir depois de jantar o que eles mesmos colheram. Mas ok, eu só acredito porque eu vi.

Não passei muito tempo lá, mas o lugar não é muito grande e as coisas seguem o mesmo padrão de beleza. Uns 25 minutos foram o suficiente pra tirar algumas fotos e nunca mais esquecer desse canto.

Mais algum tempo de estrada depois, foi a vez de Oxford.

Mais um lugar lindo, muita gente jovem e uma corrida de papai-noel. Cheguei lá e a primeira coisa que presenciei foi isso, umas 200 pessoas fantasiadas de papai noel e ajudantes de papai noel. Um tanto quanto diferente, deu pra rir um pouco, mas ok. Continuei o “tour” pela cidade e claro, também fiquei encantada. Conheci alguns estudantes e notei o quão orgulhosos eles são de estudarem lá só com uns 10 minutos de conversa. Quem não seria né? Lá estudo é coisa séria e foram precisos mais alguns minutos pra eu entender toda a burocracia que rola pra conseguir entrar lá. Não é qualquer um, not at all. Fiquei impressionada de ponta a ponta, desde a história da bata que eles usam ao meu tourzinho que a guia não parava de falar do Tolkien (<3). Uma coisa que eu não sabia e fiquei feliz em descobrir lá é que todo e qualquer livro publicado na Inglaterra, tem que ter o primeiro exemplar enviado para uma das maiores bibliotecas do mundo, a de lá, Bodleian Library. Ou seja, ela tem todos os livros que você um dia precisar e ainda a primeiro exemplar de todos os livros publicados em terras britânicas. E sim, exatamente, isso inclui todos os primeiros exemplares de escritos por JK Rowling, JRR Tolkien e C.S. Lewis. A guia mostrava tudo que era relacionado aos ” The Inklings”e toda vez que ela mencionava meu coracão disparava. Oxford foi berço de muita coisa que a gente gosta hoje em dia, realmente um paraíso para os amantes. Amei mesmo.

O frio que tava lá? de matar. Além dos 2 graus, qualquer lugar lá era corrente de vento. Não conseguia sentir os dedos, a ponta do nariz e nem as orelhas haha sofri mesmo. Uma blusa térmica, mais duas por cima, um sobre-tudo e botas não seguraram as pontas. Era quase um alívio quando entrava em lojas ou no ônibus. Mas enfim, antes frio do que calor né. Só mencionei isso porque tava complicado mesmo pra tirar as mãos do bolso e tirar mais fotos.

Próxima parada: Stow-on-the-Wold.
Parada de uma hora e meia pra dar uma volta pelas lojas e almoçar. Stow é uma cidadezinha ao redor de uma praça. Chegando lá dei de cara com a loja dos sonhos: uma loja SÓ de canecas. Socorro, passei praticamente todo o meu tempo de almoço só nela. Tinha uma seção do Toy Story, pelo amor de Deus gente. Me segurei MUITO pra não sair comprando uma de cada personagem, e consegui. Saí de mãos abanando (arrependimento sim ou claro?). Preciso parar com esse grande amor por canecas. Não tem mais lugar lugar na minha casa pra canecas. Eu tomo tudo nelas, até suco. Ah, e pra acabar comigo de vez, tinha uma seção só de canecas com pássaros estampados, a coisa mais linda do mundo. Dois amores juntos.

Pra almoçar, fui no localmente famoso “The Queen’s head”. Não sei se a minha pedida é que foi sem graça, ou se lá não tinha nada de demais mesmo.
Depois de Stow, a estrada era a caminho de Stratford-Upon-Avon, cidade em que Shakespeare nasceu. Como esperado, muito turista por lá, e com motivos. A casa onde Shakespeare nasceu e viveu parte de sua vida ainda tá lá, a própria. Claro que de original original mesmo o que sobrou é pouco, só fechaduras, alguns livros, baús, uma janela de vidro e outras coisinhas pequenas. Mas vale muito a pena visitar (óbvio, afinal um dos caras mais fodas do mundo nasceu e viveu lá né). Pode entrar na casa (só não pode tirar foto com flash ou tocar nas coisas), ouvir a história dele e da família dele contada por pessoas vestidas a caráter e ainda dá pra escolher uma obra de Shakespeare pra uns atores que trabalham lá encenarem (só um trecho, claro). Macbeth por exemplo, foi o mais escolhido. Foi rápido mas sei lá né, vai que absorvi um pouquinho da inteligência do cara haha. Fiquei feliz, o lugar é lindo, muito bem conservado, a história é muito bem contada e com certeza foi algo que eu nunca vou esquecer na vida. Dá até pra contar pros netinhos quando eles estiverem lendo o livrinho “Sonnets by Shakespeare” que eu comprei lá na lojinha oficial. Loja muito da carinha por sinal, mas não saí de mãos abanando. Comprei mais um bloquinho de notas pra mim e uma caixa de chocolates com quotes dele pra minha melhor amiga que assim como quase todos, também gosta e admira ele. Quem não?

Depois de todo o passeio turístico por lá, hora de voltar pra estrada. O caminho de volta é longo e o motorista falou que era melhor e mais bonito voltar antes do sol se pôr. Dito e feito, e o pôr do sol foi lindo como eu imaginei. 2 horas e meia depois de estrada. Lá estava eu: de volta ao centro de Londres. Crowded como era de se esperar, num domingo e no mês de natal. Todos resolveram fazer compras na mesma hora e lugar.

Só fui mesmo porque tinha o compromisso de encontrar com a Anna, uma das amigas mais próxima que fiz aqui, alemã que entrou comigo na Kaplan no mesmo dia, mas que veio pra passar menos tempo, então ia (foi) embora hoje (segunda). Combinamos de nos encontrar na Oxford Circus station e depois ir a algum pub por perto pra uma “despedida”. E assim também foi dito e feito. Demos umas voltas pela Oxford street e arredores, conversando e rindo de besteiras, eu, ela e um grupo de amigos procurando por um pub que não estivesse lotado e tivesse uma mesa grande o suficiente pro grupo todo ficar junto. Depois de umas voltas procurando, acabamos parando no “The green man pub”, que eu já conhecia e adoro. A pedida foi a mesma de sempre: hamburgão de de picanha com bacon e fritas. Gordo, mas vale a pena. Se alguém vier por Londres, tá indicado. Mesa lotada, muita conversa e algumas fotos. Espero um dia encontrar com a Anna de novo e ficar feliz em saber que ela conseguiu tudo que ela queria e tava indo atrás quando chegou aqui. 🙂

Depois de horas conversando, rindo, conhecendo gente nova e tirando fotos, hora de voltar pra estação e se despedir.
Dia foi puxado e eu não me sustentava mais em pé. Voltei pra casa e enfim pude descansar e falar com meus pais, tentando colocar em palavras o quão lindo eram os lugares que eu visitei. O dia valeu cada minuto e como sempre, consegui fechar com chave de ouro.
Enfim, é isso. Tô feliz por ter tido a oportunidade de ver tudo que vi e seria lindo se todos um dia tivessem a mesma, porque a beleza daquilo só é “acreditável” vendo.

Fotos: câmera pessoal e intagram (thaiste).

Monday, Oxford street, Polyvore and Pjs

Nada aqui desde sexta. Minha programação era ir pra Oxford city no domingo e colocar algo aqui sobre isso, mas acabei perdendo o ônibus de ida por causa de um problema na central line. Muito chateada (sure), voltei pra casa e passei o dia dormindo.
Sobre hoje.. Acordar, ir assistir aula, passar pela Oxford street no final do dia, chegar em casa e brincar com o Polyvore até dar sono foi o programa. Por mim, nada mal pra uma segunda-feira.
Um parêntese nada a ver: na parte de trás da minha casa sempre aparece um esquilinho procurando algo pra comer entre as plantas, mas minha host-mother não curte nem um pouco, já que ele sempre mexe nas amadas flores dela. Ele costumava aparecer de vez em quando, mas mal sabe ela que agora ele vem todo dia porque eu dou uns pedacinhos de pão pra ele (ops). Agora toda manhã ele tá por lá, procurando mais pãezinhos por onde eu sempre deixo. Na minha cabeça eu não piorei a situação, já que agora ele só vem, come (ou pega todos de uma vez e leva pra uma árvore, como na foto) e vai embora, ao invés de ficar mexendo nas plantas de quintal da Glen. O esquilo já foi até apelidado de Teco e agora sempre me faz rir de manhã.
Enfim… Hoje depois das aulas resolvi passar pela Oxford street, só pra me encantar mais uma vez com a decoração de Natal de lá e pela temporada de sales que já começou.
De cara entrei na Topshop (é em frente a saída to metrô), mas não gostei muito do que vi. Além de lotada demais, tava só com os “restos”. Coleção nova vai entrar e eles estão colocando a velha toda pra fora mesmo. Passei uns dez minutos lá e fui embora. Entrei na Urban Outffiters, e quem conhece sabe o amor que essa loja é. Não é tão barata, mas tem a vantagem de ser um pouco mais exclusiva que as outras. Sem falar das seções que ela tem… Livros, decorações, lomografia, discos, vans, brinquedos e mais uma “ruma”. De cara fui pra de livros e acho que nela passei uns 30/40 minutos. Os livros que ela expõe são livros diferentes e lindos, por exemplo: peguei em um que era só para colorir o Ryan Gosling (não vou mentir, quase comprei) e depois li um inteiro só de frases “Everything is going to be ok” (se pesquisar no google, dá pra ver umas páginas dele). Esses são só dois exemplos, mas lá tem uns trocentos no mesmo estilo, muito fofos por sinal, por mim compraria todos (porém não comprei nenhum haha). Logo atrás das mesas de livros tem umas prateleiras só com lomográficas. Todo tipo. Bom, eu particularmente nunca fui grande fã de lomografia, acho meio regressivo por sinal (pronto-falei). Trocaria todas que vi hoje por uma GoProzinha, mesmo esquecendo a diferença de preços. Esquecendo também a parte que eu não tenho nenhuma lomográfica porque nunca gostei delas, peguei em uma hoje que eu quase me vi comprando. A única coisa que me impediu foi o preço: 100 libras. Era cara, mas era linda. Era linda, mas era cara. E sinceramente? nem sei como usar essas coisas. Se eu comprar ela provalmente vai ficar sem uso por uns dias, depois vou resolver mexer e depois ela vai servir só de enfeite. Posso até morder minha língua por estar falando isso (e é o que eu espero, já que eu ainda quero comprá-la), e acabar comprando, usando, gostando e entrando nesse looping infinito. Ah vai, ela era linda. Azulzinha, pequena e com mapinhas desenhados. E eu que nem gosto de viajar né (aham, claro), me identifiquei de cara com a junção fotografia-mapas. Ela ficou por lá, mas quem sabe eu acabe voltando atrás.
Ok, depois de vir pra casa, deitada na cama, falando com meus pais por skype e esperando o sono chegar, resolvi brincar com o Polyvore. Coisinha viciante.
Não tinha nenhuma idéia diferente do que fazer então acabei fazendo um set com as coisas que usei hoje (1):

e outros dois sets com pijamas: um de como eu tô agora nesse frio horroroso escrevendo aqui (2) e outro de como eu estaria se eu estivesse em casa (em Fortaleza) (3). A diferença é pouca, mas foi o que resultou de muita falta do que fazer e nenhum sono. 😀

Boa noite!
Fotos: instagram.com/thaiste
Polyvore: thaiste.polyvore.com

Young London


Depois de muito pedirem, resolvi falar sobre intercâmbio.
Não é nem que eu não queria falar disso, na verdade só não respondi antes todas as perguntas que fizeram porque eu sinceramente não entendia as dúvidas.
Tenho uma mania chata de achar que as pessoas vão agir igual a mim em certas situações e acho que foi isso que atrasou as mil respostas que respondem sobre agência, acomodação, why Londres and blablablá.
Eu, quando comecei com o interesse de estudar fora não esperei alguém vir me oferecer tudo de mãos beijadas. Eu fui atrás. Liguei pra uma agência, falei com o responsável pelos estudandes e ele sem eu pedir, me contou e mostrou todas as informações que eu precisava. Um leque de opções. Não vou mentir e dizer que fui tudo muito fácil. Não, é preciso um bom tempo pra decidir cada detalhe, algumas reuniões e uma big decisão pra tomar. Mas depois que você tem a certeza de pra onde você quer ir e o quanto você está disposta a pagar, o problema já tá resolvido em 50%.
Agora venhamos ao meu caso… Me perguntaram por qual agência eu vim e a resposta é: Experimento. Pra quem é de Fortaleza, ela é nova mesmo. Eu por exemplo, fui a primeira cliente (sério, fechei negócio e a loja nem tava aberta ainda, foi voto de confiança). E a agência recebeu mesmo meu selo de confiança e se pudesse, eu sairia indicando pra deus e o mundo. Pessoal lá cuida direitinho de mim haha.
Segunda pergunta mais lida: acomodação. Bom, eu tinha a opcão de ficar em residência estudantil, alugar um flat ou ficar em uma host-family. Eu escolhi a host-family e se tivesse que voltar atrás eu não mudaria minha escolha. Tive a sorte de cair numa família maravilhosa e numa casa linda . E a parte legal também é que eu não sou a única estudante de fora na casa, minha host-mother recebe até 3 estrangeiros, então a casa tá sempre cheia de gente e sotaques.

Sobre meu estudos: primeiro, tô fazendo curso de inglês na Kaplan Convent Garden. O meu primeiro mês é só curso normal, de conversação, pra colocar tudo que eu já sabia em prática e melhorar no que precisava. O segundo mês já é Business english, que acho que o nome já é auto-explicativo né? Já o terceiro mês, será de aulas preparativas para os testes TOEFL (Test Of English as a Foreign Language) e pro IELTS (International English Language Testing System) zzZZZzzzzZ.

Agora segundo, meu outros cursos. Bom, cursos da minha área (comunicação) eu vou fazer na University of the Arts of London (UAL). Vou fazer os cursos de layout e diagramação de revista, Product design, Creative writing e Set design for film and television.

Pra quem tiver interesse:  http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=ToWLFz_s_AI

Enfim, qnquanto estiver fazendo esses cursos (que só começam em janeiro), vou ter meio “expediente” livre ou seja, vou começar um estágio. Já conheci uma pessoa que já me deu todas as dicas e informações pra isso, então assim será.

Sobre Londres, acho que nem sobra muito o que falar né? Quem conhece essa cidade dos deuses, não me pergunta por quê eu a escolhi. Pra quem não conhece, aos poucos eu mostro o quanto isso aqui é coisa de outro mundo.

Sobre o tempo (sim, recebi perguntas sobre o tempo), só tenho uma coisa a dizer sobre esse assunto nessa época do ano: frio. E outra, é o assunto que dá o que falar entre os britânicos. Eles estão falando sobre as previsões o t-e-m-p o-t-o-d-o. No metrô, na rua, em casa, na aula, no trabalho. Todo canto, toda hora, o tempo é assunto de muita conversa! Estranho, também acho, mas acaba virando impossivel não participar. Pra essa semana que vem por exemplo, já vi 4 previsões diferentes e nenhuma (diga-se de passagem) me agradou muito. Máxima de 7 graus pra semana intera, com tempo cinza, chuva, talvez neve e muito, muito vento, que é o que mata.

Enfim, falei disso tudo mais por desencargo de consciência, já que pediram tanto. Espero que tenha ajudado. Ah, e aos interessados em intercâmbio: vão atrás. Vale cada centavo e a experiência é única.

Ps. sou meio suspeita pra falar, já que amo viajar e independência, mas acho que é isso aí, vale tentar.

Fotos: todas tiradas do instagram mesmo (@thaiste)

I: Camden Town Market, Big Ben, Greenwich park, Hackney, Bethnal Green station.

II: Quarto (fileira), Kaplan, Underground.

Sobre segunda casa

Holborn, te amo. Acho que eu não teria conseguido um lugar melhor pra ter como minha segunda casa. Holborn fica no centro de Londres, perto da Oxford fucking street (♥), perto da University of the Arts London (onde em breve começarei meus cursos), tem seu próprio Underground e um mar de restaurantes por perto. Desde os mais alinhados até o que eles chamam aqui de “fast-eat” que são restaurantes com comidas prontinhas frias ou quentinhas (sopa no pote) em gôndolas só esperando para serem escolhidas + cafés, chás e aperitivos.

Fora os restaurantes (afinal, não penso só em comida), escolhi Holborn também por ter tudo que eu preciso por perto e por ser onde eu passo praticamente meu dia todo. Tem um Sainsbury’s e uma farmácia que eu amo, a Superdrug, que vende muito além de remédios e esses produtos de farmácias normais. Essa vende todo tipo de comésticos/maquiagens/produtos pra pele que dá pra imaginar, de praticamente todas as marcas, das boazonas até as mais baratinhas que aos poucos vou testando e notando que são tão boas quanto as outras. Mas os favoritos mesmo de Holborn ou onde eu passo maior parte do tempo (quando não estou na aula) ou consumo mais são esses três: Waterstones, Krispy Kreme e Eat.


Waterstones é uma livraria que “perfeita” ainda não define. Acho que se tem uma coisa que eu amo mais do que livros, são boas livrarias. E essa é bem isso, se eu tivesse mais  horas no meu dia, com certeza seriam pra ficar por lá. A parte ruim é: quanto mais tempo passo lá, mais coisas descubro que eu quero, ou seja, minha wishlist de livros já tá parecendo carta rolo de fã psicopata haha.

Krispy Kreme e Eat são a parte gorda (ou não) da história. Krispy Kreme é o canto do melhor donut do mundo. Ainda não escolhi meu favorito mas meu deus, aquele lugar é um pecado, sem mais. O Eat é um desses restaurantes rápidos, onde sempre vou na hora do meu break pra tomar um café ou um chocolate quente por causa da friaca. É onde também almoço (essa é a hora da compensação por ter comido donut), já que tem muuita opção pra quem prefere algo mais leve/light. Tem sopinha em potes, tem wrap bem leve, tem salada de frutas, mais um monte de coisas e meu chocolate quente favorito.

Enfim, queria deixar registrado em algum canto sobre meu novo lugar favorito e é isso 🙂

Last monday

Sair da aula, ir em direção a Holborn station, passar por uma Paul e resistir de não ficar por lá mesmo é uma luta que eu enfrento todo santo dia maaass, ontem foi diferente. Parei pra matar a fome e o desejo que eu tava de uma tortinha de morango cuja última vez que comi foi no carnaval, sentadinha na Champs Elysées. Então, nem resisti. Entrei, sentei, fiz meu pedido, e a moça com o maior papo de vendedora perguntou se eu não queria levar uma caixa de macarons por £5. Fui fraca mais uma vez e aceitei a oferta. Ainda não decidi se me arrependi ou não de ter comprado.
Depois de toda folgada na minha cama resolvi abrir a dita cuja. Não tive sorte, os verdes não eram de pistache como eu desejava e nem os cor creme eram de amêndoas. Mas tudo bem, não sobraram os de morango nem os de tangerina. Foi até bom enquanto durou.

Le Petit… Passion.

Porque não foi só gente que me ensinou a ter índole, educação, respeito, curiosidade e paciência. Muitas coisas vieram de muitos outros lugares. Não dá pra pensar nisso e não lembrar de uma das maiores paixões desse meu mundo. O Pequeno Príncipe é e sempre será a melhor e mais linda história do mundo, e que me fez parar pra pensar em muita coisa dessa vida, e que uma delas foi o sentido de tudo dela, através de alegorias, da criação de cenários que buscavam mostrar a estranheza dessa vida e o absurdo da essência humana, mostrou realmente muita coisa.

 Nas viagens, o pequeno príncipe se deparava com vaidoso que não tinha ninguém pra admirá-lo, com rei prepotente que não governava ninguém, com o acendedor de poste que cumpria a tarefa por motivo nenhum e tudo isso pra fazer a pergunta de qual o sentido da vida. Logo no comecinho, de uma maneira tão simples o pequeno príncipe mostrou como vemos o mundo de uma maneira tão superficial. simplesmente mostrando um desenho que não era o que todo mundo pensava que fosse, desenho esse que nos ensinou a ver além das aparências.

“Meu desenho não era um chapéu. Era uma jibóia digerindo um elefante. Eu, então, desenhei o interior da jibóia para que os adultos pudessem entender. Eles precisam de explicações…”

Havia o rei que pensava que todos eram seus súditos, apesar de não haver ninguém por perto. Havia o homem de negócios que se dizia muito sério e ocupado, mas não tinha tempo pra sonhar. Tinha também o bêbado que bebia para esquecer a vergonha que sentia por beber. Um geógrafo que se dizia sábio mas não sabia nada da geografia do seu próprio país. Assim, cada personagem me mostrava o quanto as “pessoas grandes” se preocupam com coisas inúteis e não dão valor ao que merece. Isso tudo pode ser traduzido por uma frase da raposa, personagem que ensinou ao menino de cabelos dourados o segredo do amor: “Só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos”   

Exupéry me mostrou a profunda mudança de valores, que ensina como nos equivocamos na avaliação das coisas e das pessoas que nos rodeiam e como esses julgamentos nos levam à solidão. Nós acabamos nos entregando a nossas preocupações diárias, nos tornamos adultos de forma definitiva e esquecemos a criança que somos.

                          

Colocando o Princepezinho na viagem pelos planetas do universo e encontrando diversos tipos de pessoas, mostrou também que todas representam a dificuldade de se encarar a vida como um adulto, apontando que cada um destes personagens condiz ao homem moderno: o viciado em trabalho, em poder, dinheiro, bebida e conhecimento. E, diante das considerações dessa narrativa, foi possível compreender como, com o passar do tempo, deixamos de ver as coisas com os olhos de uma criança, e nos tornamos extremamente complexos e “estranhos”, como diz o príncipe, que faz dessa obra, uma obra de Exupéry que expõe grandes ensinamentos da vida por meio das percepções de uma criança, e tem o incrível poder de fazer os adultos lembrarem-se da mágica e inocência da época de infância.

   Claro que as interpretações sobre o livro são inúmeras, uma vez que cada pessoa observa o enredo e as morais de acordo com seu íntimo. Porém, a opinião comum a todos é a de que se trata de uma linda, fofa e valiosa obra para a literatura mundial e que vale mais do que a pena ser lida, contemplada, babada e amada.
Por meio de toda essa narrativazinha poética, o livro apresenta uma visão de mundo e mergulha no próprio inconsciente, reencontrando a criança de cada um de nós.
‎” Aqueles que passam por nós, não vão sós, não nos deixam sós. Deixam um pouco de si, levam um pouco de nós.” Antoine de Saint-Exupéry

#alwaysplaying

Porque nunca vai dar pra passar um dia sequer sem ouvir a voz do meu amado Jonny Craig, ou do afinado Anthony Green, ou do fofinho do Pete Murray, do lindo Jared Leto ou do chato do Tom pelo menos uma vez.

Do “How far back, can you remember? Did the ice stop your heart?”  ao “Do you believe in Hallucinations? Silly dreams or imagination?”


Porque nunca vou deixar de escutar minha infância Pink Floyd, Tears for Fears ou The Cure.

Meu fones que se cansem, porque eu nunca vou cansar de ouvir um pouco disso tudo todo santo dia.

No trânsito indo pra aula, horas vagas, quando chego em casa, a tarde toda, quando vou dormir, quando não tenho sono. Feliz, triste, estressada, calma, indiferente… Eles vão estar sempre cantando pra mim. FOFOS!

“There is always that one person or group of people who try to stop you follow your dreams. Fuck them, follow everything you believe in” JL

Pra sempre os mais reproduzidos no iTunes e os favoritos no Last.fm. <3

Morri um milhã0 de vezes hoje a0 assistir ao clipe de “Anxiety” do Angels&Airwaves (LOVE Part II) que lançou e que tá uma perfeição, amei demais demais.  

Descoberta do ano: F.L.O.Y.D (A Chillout Experience) pra acalmar todas as minhas manhãs no trânsito.

Now Playing # Fall your Way @ Pete Murray

Home Sweet Home

Pra mim poucas coisas são tão boas quanto chegar em casa…

Viajar tem seu valor, mas meu coração para mesmo é quando eu abro a porta do meu canto favorito e sinto esse cheirinho do meu quarto. Nada tão bom quanto deitar na minha cama, sentar na minha cadeira, usar os meus computadores, ligar minha sky, minhas luminárias, tomar banho no meu chuveiro quentinho e depois finalmente ligar meu congelante ar-condicionado. Poderia passar minha vida toda assim, nessa auto-suficiência entre eu e minhas coisinhas.

Ir pra casa de praia me mostra que eu posso e consigo viver sem tudo isso e que também mata uma fração desse meu vício por esse espaço, mas o que aquela casa mostra mesmo é que eu morro de tanta saudade de cada objeto daqui em menos de 2 dias e a vontade de voltar pra cá começa antes mesmo de chegar lá.

Troco muitos programas pra ficar aqui. Mesmo que seja sem fazer nada… Só assim, vendo o tempo passar e escutando o iTunes – às vezes alto ou até baixinho – rolando. Só eu sei o quanto eu dou valor a isso, ficar no melhor canto do mundo tranqüila e observando cada coisa que tem aqui e pensando no que ainda quero acrescentar. A cada metrinho quadrado tem um milhão de “eus”. Em cada objeto alguma coisa de mim. Consigo perfeitamente ser feliz aqui sozinha, mas quando consigo juntar o “aqui” com “em boa companhia” minha felicidade fica mais completa do que inexplicavelmente completa.

Uma das únicas vezes (se não A única vez) que pouco senti falta do meu cantinho foi quando estava na europa, também sendo feliz e satisfeita. Quando estava sentada debaixo da torre ou observando o arco em Paris ou deitada na cama de uma “irmã” em Lisboa. Satisfação era tanta que tive que trazer um pouco daqueles “outros lugares favoritos” pra cá.

Esses lugares são inspiração, felicidade e parte do meu melhor “satisfeita”.

Sempre que eu chegar aqui, abrir minha porta, sentir o cheirinho do meu ambiente predileto, sentar em frente meus amados computadores e depois deitar no meu conforto vai sair sem querer querendo um “lar doce lar… finalmente” não importa quanto tempo eu tenha passado distante. Desde um minuto à semanas eu vou achar perfeito chegar aqui.

Melhor canto do mundo. Inspiração. Sem mais.